<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=344581662787026&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
logo-topo-blog-1
INSCREVA-SE NO VESTIBULAR

•   Início Dicas de carreira



Emergências, casos dramáticos, dilemas éticos e pessoais — quem assiste a Grey's Anatomy e outras séries que retratam o universo médico já está bem familiarizado com essas cenas. Porém, a carreira em Medicina vai muito além dessas situações e é fundamental que, antes de fazer essa escolha, você conheça o curso, as exigências da profissão e o mercado de trabalho em que atuam esses profissionais.

Quer mergulhar no universo da Medicina e saber o que espera você depois do vestibular? Então, continue com a gente. Neste post, você vai descobrir como é o curso de Medicina, o início da carreira e as vantagens de cursar essa graduação tão concorrida. Vamos contar para você também os principais desafios de um médico, como está o mercado de trabalho e, é claro, dar dicas de como ter sucesso.

E então, está preparado? Vamos começar!

Como é o curso de Medicina?

Você com certeza já percebeu que entrar em um curso de Medicina não é uma das tarefas mais fáceis. As vagas são extremamente concorridas e o nível de exigência em relação aos candidatos é realmente muito alto. Porém, é importante entender que não é qualquer universidade que pode oferecer essa formação. O Ministério da Educação (MEC) exige que ela tenha uma boa estrutura física, equipamentos adequados para o estudo e professores qualificados.

Além disso, as exigências para entrar no curso de Medicina são altas porque a graduação também vai exigir muito dos alunos. Ao receberem o diploma, eles terão a responsabilidade de cuidar de vidas. Por isso, a formação não pode ser superficial. A carga horária e de conteúdo é bem extensa e complexa, envolvendo conhecimento de várias áreas.

As principais informações sobre o curso você confere a seguir.

Duração

O estudante vai precisar se dedicar ao curso por pelo menos seis anos, que é o tempo de graduação. As aulas acontecem em período integral, além de atividades programadas para os sábados. Quase não há matérias optativas, o que faz com que a carga horária seja bem alta. Afinal, são tantas informações importantes!

Etapas

O curso de Medicina não é só teórico. Além das disciplinas básicas, os estudantes têm uma grande carga de atividades práticas. Em outras palavras, eles precisam sair da faculdade com a confiança de que seus pacientes estarão em boas mãos. São três etapa a que eles devem seguir:

Ciclo básico

Nos dois primeiros anos, o aluno estuda as disciplinas elementares que vão permitir que ele entenda o corpo humano e as bases do raciocínio clínico. Nesse período, as principais matérias são:

  • Anatomia;
  • Fisiologia;
  • Biologia celular e molecular;
  • Farmacologia;
  • Patologia;
  • Histologia;
  • Imunologia;
  • Embriologia.

Ainda nesse ciclo, o estudante tem algumas disciplinas da área de Humanas. Afinal, em seu trabalho ele lidará com pessoas. Portanto, o currículo inclui áreas como Antropologia, Psicologia, Ética e condutas médicas. As visitas a postos de saúde são um importante passo nesse aprendizado.

Nesse primeiro ciclo, o objetivo principal é fazer com que o aluno entenda o funcionamento normal do corpo humano, sem as doenças. Eles estudam algumas matérias que envolvem o desenvolvimento de problemas de saúde, como Patologia. No entanto, essa não é a ênfase desse período.

Ciclo clínico

No terceiro e quarto anos, o foco do estudo é a prática clínica. As disciplinas abordam as doenças, suas causas, sintomas e tratamentos. O objetivo é preparar o aluno para lidar com os pacientes.

Alguns exemplos do tipo de conteúdo abordado no ciclo clínico são as aulas de semiologia e propedêutica. Nelas, os estudantes aprendem a realizar exames físicos nos pacientes. Para isso, eles começam a atuar em consultórios, ambulatórios, centros de saúde conveniados com a faculdade ou em hospitais-escola, sempre sob supervisão.

Outro aprendizado importante que acontece no ciclo clínico é a análise e interpretação de exames. Mais do que verificar o resultado de um procedimento específico, eles precisam aprender a relacionar esses laudos com os dados de outros exames, com o histórico de saúde do paciente e com a avaliação física realizada em consultório. Só assim é possível chegar a um diagnóstico mais preciso.

No ciclo clínico, começa também a parte prática do curso. Os estudantes começam a ter contato com os pacientes. Geralmente, eles acompanham os professores em consultas, exames e diagnósticos, assistindo aos atendimentos realizados. O objetivo é fazer com que eles entendam como a teoria estudada se aplica à realidade.

Ciclo do internato

Finalmente, no quinto e sexto anos, os estudantes colocam efetivamente a mão na massa. Os estudantes passam por esses dois anos de treinamento em hospitais, exercitando a prática clínica. As aulas geralmente acontecem no hospital-escola ou em ambulatórios, e são ministradas por especialistas das diferentes áreas da Medicina.

No ciclo do internato, os alunos precisam se dedicar ainda mais intensamente ao curso. São muitas horas envolvidos em tarefas como visitas a pacientes e consultas. Eles começam a fazer estágios, geralmente em serviços de emergência de instituições conveniadas ou no próprio hospital-escola. Nesses atendimentos, muitas vezes precisam realizar procedimentos como pequenas suturas ou até partos normais.

Como você pode perceber, a formação em Medicina é extensa e exigente. Todos esses critérios são necessários para garantir que os profissionais graduados estejam aptos a cuidar do ser humano, minimizar o sofrimento e salvar vidas. Sentiu a responsabilidade, né?

Depois desses seis anos de estudo, o estudante se forma como um clínico geral. Com essa graduação, ele já consegue obter seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). A partir daí, ele está apto a atuar. No entanto, para muitos esse não é o fim da linha. Ficou curioso para saber o porquê? Siga conosco no próximo tópico.

Como começa a carreira em Medicina?

Para ter o título de especialista — o que a maioria deseja —, é preciso fazer parte de um programa chamado de residência médica. Sabe aquele pediatra que cuidou de você quando era criança? Então, ele não parou de estudar logo após o fim do curso. Certamente investiu mais uns bons anos para se especializar.

É isso que você quer? Então esteja preparo: para entrar em um programa de residência médica é preciso vencer a concorrência. As sete mil vagas disponibilizadas anualmente são insuficientes para atender os dez mil médicos formados a cada ano. São números impressionantes, não?

Quais são os principais desafios da carreira em Medicina?

Como vimos, o primeiro grande desafio de um profissional é conseguir se formar na área que deseja. E mesmo com todo o preparo do mundo, o médico ainda vai encontrar muitas outras batalhas. Por isso, é importante saber o que aqueles que já estão no mercado pensam a respeito dessas necessidades e o que recomendam.

Lidar com o público

Quem chega ao consultório médico não é simplesmente mais uma estatística de "doente". Trata-se de uma pessoa, que tem necessidades físicas e psicológicas, além de características particulares de personalidade. Portanto, é fundamental entender que cada paciente tem seu próprio jeito de ser, o que pode ser muito agradável em várias situações, mas bem desafiador em outras.

Então, o médico precisa ter habilidade para lidar com esse público, manter o equilíbrio emocional mesmo diante de situações complexas, desenvolver uma comunicação clara e didática, fazendo com que o interlocutor entenda suas ações e recomendações. O vocabulário médico não é simples e pode não ser entendido por muitas pessoas. Destrinchar essas informações de maneira compreensível faz com que o paciente se sinta seguro quanto ao tratamento e confiante em relação ao profissional.

E lembre-se: pode ser que aquele paciente de temperamento complicado esteja em um péssimo dia. É possível que ele esteja sentindo dor ou uma imensa segurança. Diante de atitudes fora do normal, tente exercer a empatia e, apesar de ser firme em suas colocações, não leve eventuais comportamentos para o lado pessoal.

Atenção aos detalhes

Um detalhe do exame do paciente ou das informações que ele compartilha durante a consulta pode ser a chave para fechar o diagnóstico correto. O médico precisa não só prestar atenção a todos esses aspectos, mas relacionar as informações para garantir que o tratamento seja perfeitamente adequado ao quadro apresentado.

Portanto, o médico precisa ser minucioso. Ele deve ouvir o paciente com atenção, fazer perguntas complementares para aprofundar sua compreensão do problema e atender com segurança e eficácia as necessidades do paciente. O foco é sempre restabelecer a saúde da pessoa, garantir o tratamento adequado e salvar vidas.

Suportar a alta carga de trabalho

Embora alguns médicos atendam em consultórios e horários determinados, outros têm uma alta carga de trabalho. Eles conciliam plantões em diferentes hospitais, o que faz com que tenham poucas horas de sono e descanso. Ainda mais quando esses turnos são de madrugada!

As jornadas de trabalho longas, bem como o stress da profissão, tornam os médicos uma categoria altamente vulnerável à síndrome de burnout. É fundamental equilibrar a carreira, a necessidade de atualização e a vida pessoal para se tornar menos propenso a esse tipo de problema.

Vale a pena destacar que a carga horária dos médicos é extremamente variável. Quando o profissional tem vínculo empregatício com uma instituição, a legislação diz que ela não deve extrapolar 20 horas semanais. Porém, essa não é a realidade vista no país. Além das horas extras (que não podem passar de 2 por dia), muitos acumulam diferentes empregos e consequentemente, horas de trabalho.

Segundo o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), o limite máximo de trabalho para os profissionais da saúde, o que inclui os médicos, é de 60 horas semanais. Porém, essa quantidade é estipulada para quem acumula cargos públicos e não se aplica às atividades em instituições próprias ou particulares.

Lidar com situações emocionalmente desgastantes

Em muitas situações, o médico lida com os pacientes em situação de risco. Mesmo nas cirurgias mais seguras e conhecidas pode acontecer alguma complicação que gera consequências graves ao paciente ou até mesmo o óbito. Nos atendimentos de emergência também surgem casos graves, que muitas vezes não terminam da maneira que a equipe de saúde espera.

O desgaste emocional é ainda mais evidente quando o médico trabalha em áreas em que a possibilidade de óbito é maior. Quem lida com cuidados paliativos, pacientes oncológicos ou doenças que causam extremo sofrimento se depara diariamente com essas situações.

Administrar áreas que vão além do atendimento médico

Se o médico opta por abrir sua própria clínica ou consultório, ele também é um empreendedor. Por isso, é possível que ele precise cuidar de aspectos desse negócio para os quais não foi preparado na faculdade. Ele certamente aprendeu a diagnosticar doenças e propor o melhor tratamento para os pacientes, mas dificilmente teve contato com conceitos como fluxos de caixa ou capital de giro.

Administração financeira, contratação e gestão de Recursos Humanos, treinamento de funcionários e implementação de estratégias de marketing são alguns dos principais desafios que ele enfrentará nessa função. Portanto, além do lado médico, é fundamental desenvolver competências como gestor e empreendedor.

Dificuldade para conciliar a vida pessoal e profissional

Não é incomum que, devido à alta carga de trabalho, o médico não consiga dar a devida atenção à vida pessoal. Com isso, ele nem sempre tem a oportunidade de participar de uma série de atividades em família, o que pode gerar desgastes nesse círculo.

Apesar de trabalharem com saúde, outra dificuldade frequentemente relatada por muitos médicos é a manutenção de um estilo de vida saudável. Poucas horas de sono, longos plantões, oportunidades escassas para a prática de exercícios físicos estão entre os problemas enfrentados por quem tem a agenda sempre lotada.

Processos médicos

Esse é um problema relativamente recente para os profissionais que seguem carreira em Medicina. Nos últimos anos, o consumidor se tornou mais propenso a resolver possíveis divergências em relação a qualquer serviço prestado nos tribunais. Essa tendência atingiu também os profissionais de saúde, especialmente os médicos acionados judicialmente por seus pacientes.

Embora a insatisfação dos pacientes com determinados tratamentos deva ser analisada, o fato é que nem todas as sequelas ou consequências negativas são decorrentes de erros médicos. De modo geral, as entidades de classe que atendem esses profissionais entendem que se houve negligência, imperícia ou imprudência, realmente deve haver uma punição.

No entanto, o corpo humano não é uma máquina única. Os organismos têm reações diferentes uns dos outros. Assim, mesmo que um procedimento ou tratamento seja perfeitamente executado, o corpo do paciente pode reagir de forma inesperada e causar resultados adversos. Nem sempre os pacientes entendem essa diferença e recorrem à justiça em busca de compensações que podem ser justificadas ou não.

Essa situação causa um certo desgaste e estresse aos médicos. Por um lado, isso contribui para que eles tenham uma relação mais transparente com os pacientes. As interações podem ser documentadas, bem como as perspectivas de resultados para os tratamentos propostos. No entanto, esse cuidado extremo torna o trabalho do médico cada vez mais burocrático.

Quais são as vantagens de cursar Medicina?

Não é só de problemas e desafios que a carreira em Medicina é feita— fuja desses pensamentos! Sem dúvida, há uma série de vantagens nessa profissão que, segundo os apaixonados pela área, compensam muito mais que eventuais desvantagens.

Essas recompensas proporcionam um nível de satisfação pessoal e realização profissional que não tem preço — ainda que, por vezes, sejam abstratas. Quer ver só? Relacionamos algumas abaixo. Segundo quem já atua no mercado, elas estão entre as mais relevantes.

Possibilidade de ajudar o próximo

Todas as atividades do médico têm uma finalidade: ajudar o próximo. Durante o atendimento, ele tem a oportunidade de amenizar o sofrimento das pessoas ou mesmo proporcionar uma solução definitiva para seus problemas de saúde. Dessa forma, ele beneficia o próprio paciente e a família, ampliando o tempo de convivência.

Flexibilidade

Dependendo da especialidade escolhida pelo médico, ele pode ter uma carga horário bastante flexível. A menos que ele trabalhe em instituições em que há períodos e plantões estabelecidos e padronizados, cabe ao profissional definir sua agenda.

Além disso, o médico pode conciliar diferentes atividades e locais de trabalho, de acordo com sua disposição e objetivos. Uma possibilidade é assumir plantões e manter também o atendimento na clínica ou consultório, aumentando também seu rendimento mensal.

Além das especialidades, o médico pode escolher não atuar na clínica ou no atendimento hospitalar. Ele tem a possibilidade de se dedicar a atividades como pesquisa, ensino, cirurgia ou gestão na área de saúde. Para algumas dessas funções, ele precisará se especializar mais. No entanto, não deixa de ser um leque amplo de possibilidades.

Reconhecimento

Não há dúvidas de que o médico desfruta de um grande prestígio e reconhecimento social. Essa é uma carreira considerada respeitável e nobre. Afinal, esse é o profissional que dedica seu tempo a cuidar das pessoas, a orientar o estilo de vida para que elas tenham uma vida plena e a intervir para minimizar ou acabar com o sofrimento.

Boa remuneração

Os médicos estão entre os profissionais mais bem remunerados do país. Com certeza, o retorno financeiro é uma das vantagens dessa formação. É possível trabalhar em diferentes locais, até atingir uma carga horária compatível com seus objetivos financeiros.

Para que você tenha uma ideia, no ranking dos 100 melhores salários praticados no Brasil, são poucas as profissões que pagam mais que a carreira em Medicina. Os primeiros postos são ocupados pelos cargos C-Level de grandes organizações e algumas funções artísticas. A seguir, aparece na lista o médico radiologista.

A partir daí, outras opções aparecem na lista à frente de médicos de outras especialidades. Porém, se você observar atentamente a tabela, vai perceber que a carga horária é pelo menos 25% menor que a de outros profissionais. Portanto, a possibilidade de conciliar mais locais de trabalho potencializa essa renda.

Como está o mercado de trabalho para os médicos?

Que o campo de trabalho para médicos é vasto, você já sabe! O que pode não saber é que o mercado brasileiro está sempre de braços abertos para receber novos profissionais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o parâmetro ideal de atenção à saúde estabelece a relação de pelo menos um médico para cada mil habitantes.

Quando se fala em números gerais, o Brasil não está tão mal posicionado. Temos uma taxa de 2,5 médicos para cada conjunto de mil habitantes — um índice semelhante ao de países mais desenvolvidos, como Estados Unidos e Canadá.

Porém, o grande problema do nosso país é a distribuição completamente desequilibrada de médicos. Eles estão concentrados nos grandes centros, principalmente na região Sudeste. Como resultado, nessas áreas a concorrência entre os profissionais é alta, enquanto o pequenas cidades, especialmente no Norte e Nordeste, são carentes de atendimento.

Ou seja, não falta trabalho para os profissionais de Medicina. O que acontece é que muitas vezes eles tentam se estabelecer em regiões onde a concorrência é maior, o que torna o início da carreira um pouco mais desafiador.

Também não podemos nos esquecer de que, mesmo diante da concorrência, os excelentes profissionais conseguem se destacar. Por isso, é fundamental investir em formação continuada para se atualizar permanentemente. Se, além disso, o médico conseguir prestar um atendimento diferenciado aos seus pacientes, sua boa reputação garantirá muitas indicações, uma agenda cheia e a valorização pelo mercado.

Como ter sucesso na carreira em Medicina?

Assim como os outros profissionais, é importante que o médico também tenha um plano de carreira. Esse documento vai ajudá-lo a planejar suas ações e alcançar o sucesso. Fizemos uma descrição sucinta dos passos para elaborar o seu. Confira!

Estabeleça objetivos claros

Saiba exatamente onde quer chegar. Você pode definir, por exemplo, que vai prestar um concurso público, abrir uma clínica de determinada especialidade ou se tornar gestor de hospitais. Essa clareza vai ajudá-lo a tomar as melhores decisões para concretizar seu plano.

Trace sua estratégia

Invista tempo, esforço e dinheiro nas inciativas que vão ajudá-lo a alcançar seu objetivo. Se você definiu que deseja se tornar um gestor, por exemplo, sua prioridade será fazer uma pós-graduação na área. Tenha tudo isso documentado para não se perder depois, combinado?

Invista em capacitação

A verdade é que se você trabalhar muito e não definir um plano de capacitação, o tempo vai passar sem que seu objetivo seja alcançado. Trate sua capacitação como um projeto de trabalho: separe uma quantidade determinada de horas semanais para investir nele e concretizar seu plano.

Fique atento às oportunidades

Mantenha-se informado quanto às oportunidades que podem acelerar ou viabilizar seu plano. Se o seu objetivo é o concurso público, por exemplo, é fundamental acompanhar os editais para saber quando as vagas desejadas estarão abertas.

Há outras formas de ficar atento às oportunidades, principalmente se o seu foco está nas instituições privadas. Participe de eventos, congressos e cursos. Essas ocasiões são ótimas para o networking e, assim, você conhecerá pessoas que poderão indicá-lo para cargos ou sinalizar a abertura de vagas.

Mas lembre-se que networking é uma via de mão dupla. Não espere ser ajudado pelas pessoas se também não demonstra interesse em contribuir para que elas alcancem seus objetivos. Então, se tiver a chance de indicar colegas (desde que sejam capacitados tecnicamente), estenda a eles o mesmo benefício que deseja receber.

Agora que você já conhece melhor a carreira de Medicina, qual é a sua decisão? Acredita que esse é realmente o trabalho dos sonhos: ajudar as pessoas, aliviar o sofrimento, promover a saúde e bem-estar dos pacientes, além de salvar vidas?

Se essa é a sua conclusão, prepare-se para uma vida de muito estudo e trabalho, mas também de uma enorme realização pessoal e profissional. Que tal começar seus primeiros passos na carreira de Medicina agora mesmo? Converse com a nossa equipe, conheça os diferenciais da nossa instituição e descubra como ela pode ajudá-lo a alcançar seu objetivo. Aguardamos seu contato!

COMPARTILHE:
POSTS RELACIONADOS

    Nova call to action

    Um cabeçalho claro e arrojado

    Teste de Orientação Profissional - Foca na Carreira

    Guia-do-profissional-de-agronomia

    [E-BOOK] Como escolher uma profissão? DOWNLOAD GRÁTIS

    Nova call to action