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Uma das principais e mais tradicionais graduações do mundo, que quase todos os pais sonham para seus filhos e que mais apresenta dificuldades na aprovação. Sabe do que estamos falando, não é mesmo? Do curso de Medicina!

E nem só de boas notas e disciplina vivem os futuros médicos. Eles precisam desenvolver valores como solidariedade, justiça e dedicação, para que possam promover o bem-estar físico e mental do ser humano. Já pensou nisso?

Durante as aulas, o estudante pode conviver com situações semelhantes às que serão enfrentadas no mercado de trabalho. Para isso, é necessário aprender técnicas e desenvolver capacidades decisórias que fazem a diferença na vida dos pacientes.

Neste post, você vai ficar sabendo tudo sobre Medicina, para decidir se quer mesmo seguir carreira nessa área. Não vai perder, vai? Siga com a gente!

Como é o panorama do curso de Medicina no Brasil?

Em 2018, a pesquisa da Demografia Médica no Brasil chegou a um marco histórico: são 451.777 registros médicos no Brasil. Dá para imaginar? Isso significa uma média de 2,18 profissionais para cada grupo de 1.000 pessoas — são números impressionantes! Porém, muitos trabalham em mais de um estado, o que é contabilizado como 2 registros diferentes.

Distribuição dos médicos no Brasil

A maioria dos profissionais de Medicina está concentrada na região Sudeste e nos centros urbanos. Também é possível notar que ainda há uma má distribuição nos setores públicos e privados. Para se ter uma ideia, o mesmo estudo mostrou que a região Sudeste tem a maior taxa de médicos, com 2,81 profissionais por 1.000 habitantes.

Em algumas capitais brasileiras, como é o caso de Vitória (ES), existem 12 médicos para cada 1.000 habitantes. Já no interior das regiões Nordeste e Norte, há menos de 1 médico pelo mesmo número de pessoas.

Outras informações do estudo apontaram que faltam médicos nas periferias das grandes cidades, nos pequenos municípios e em vários serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). As maiores defasagens acontecem em prontos-socorros, na atenção primária e em ambulatórios de especialidades.

Características dos médicos brasileiros

Um fato curioso: existem 52 especialidades médicas e 53 áreas de atuação reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Apesar dessa diversidade, quase metade dos profissionais atuam com Clínica Geral, sabia?

Antes, os homens dominavam o mercado de trabalho. Mas um dado interessante é que, a partir de 1970, o número de mulheres na profissão esteve em crescimento constante. A partir de 2009, elas se tornaram maioria em todos os anos, atingindo 54,9% em 2016. #GirlPower

Previsões para o futuro

Não temos bola de cristal, mas dá para antecipar o futuro da Medicina nos próximos anos. A ampliação da tecnologia aumentou o uso de softwares e métodos inovadores, além de proporcionar um grande avanço científico. A área da Medicina Diagnóstica, por exemplo, tornou-se muito mais promissora, até mesmo para outros profissionais da saúde.

A expectativa é que o número de médicos por habitante cresça ainda mais, chegando a 2,52 por 1.000 pacientes. Em 2020, é esperado que o país tenha mais de meio milhão de profissionais da área médica! Esse aumento se deve, principalmente, à criação de novos cursos e à maior revalidação dos diplomas obtidos no exterior. Legal, não é?

Qual é o perfil ideal do estudante de Medicina?

O estudante desse curso precisa gostar de ler e de estudar assuntos relativos às ciências. Boa parte do processo de aquisição do conhecimento vem de pesquisas e leitura de artigos — muitos artigos! Embora a sala de aula traga ricos ensinamentos e a carga horária seja elevada, é necessário complementar o aprendizado em casa para ampliar seus horizontes e assimilar tudo sobre Medicina.

Além disso, qualquer pessoa que se identifique com a área da saúde precisa gostar de ajudar as pessoas a ganhar e a manter uma boa qualidade de vida. Afinal, a razão dessa carreira é assegurar o bem-estar dos pacientes, não é mesmo?

Se você pensa em cursar Medicina, é importante ter as características certas, pois elas vão fazer com que seja mais fácil vencer os desafios do curso. Entre as principais, estão:

  • gostar de pesquisar e estudar;
  • ser disciplinado e planejado;
  • ter equilíbrio emocional;
  • ser detalhista e cuidadoso;
  • cuidar da própria saúde;
  • ter empatia;
  • gostar de se relacionar com as pessoas;
  • ser flexível quanto aos horários.

Você se identifica com algumas delas? Então, está no caminho certo! Como em qualquer área, é importante ter prazer no curso. Saiba que, ao final do dia, você poderá sentir muito cansaço, mas aquela sensação de trabalho bem-feito e dever cumprido não pode faltar! #ForçaGuerreiros

Quais são os desafios do curso de Medicina?

No início, a empolgação e a ansiedade para iniciar o curso de Medicina são grandes. Com o passar dos meses, a euforia de ingressar na faculdade diminui e é completamente normal que os obstáculos comecem a aparecer. Nem tudo é como queremos, já vá preparado!

Se você sentir dificuldades em se adaptar à nova rotina ou estiver em dúvida sobre sua vocação, é importante ter paciência com os primeiros meses. No início, é comum entranhar o ritmo dos professores, os métodos de ensino e a quantidade de conteúdo transmitido nas aulas. Porém, basta se organizar para mandar bem em todos os períodos.

Veja, a seguir, alguns dos maiores desafios enfrentados pelos estudantes de Medicina.

Rotina

Sabia que o curso é integral? É isso mesmo que você está pensando: as aulas acontecem tanto na parte da manhã quanto à tarde. Além disso, é necessário muito estudo fora da sala de aula para acompanhar tudo sobre Medicina, como já falamos antes. É bom reforçar para depois não dizerem que não avisamos!

Os estudantes precisam equilibrar o aprendizado de todo o conteúdo teórico, as aulas práticas, os laboratórios e as atividades extraclasse com as pesquisas. Sem foco e uma boa organização dos estudos, é normal as matérias acumularem — o que torna muito mais difícil manter o ritmo. Então, nada de deixar tudo acontecer naturalmente, combinado?

Custos

O alto custo é um ponto muito importante quando estamos falando de um curso de Medicina. É preciso saber que tanto os livros quanto os demais materiais são caros. Como a dedicação precisa ser praticamente exclusiva, ter uma atividade remunerada durante o início da graduação é quase impossível.

Qualidade de vida

Tirar boas notas, ter vida social, assistir àquela série da Netflix ou dormir? Talvez você já tenha conhecido algum estudante de Medicina nesse dilema, certo? Porém, isso define a qualidade de vida do indivíduo e é importante encontrar um ponto de equilíbrio entre as atividades — especialmente nos primeiros anos de curso.

Mesmo que nem sempre seja fácil encontrar tempo para sair com os amigos, é necessário dedicar alguns minutos ou horas ao lazer. A alimentação e a prática de exercícios físicos também precisam entrar em pauta. Afinal, sem uma rotina saudável fica difícil concentrar-se nos estudos e nas aulas.

Residência e especialização

Para se especializar em alguma área da Medicina, é necessário passar pela famosa residência. Quanto maior a remuneração, mais complexa é a especialização. Em geral, ela é feita depois de cursar todas as disciplinas obrigatórias da faculdade.

As vagas são poucas e muito disputadas. Por isso, a seleção para entrar em uma residência é extremamente criteriosa. Mas não se desespere! Cursar uma boa graduação faz toda a diferença, pois as chances de conseguir uma vaga são grandes! Depois, o profissional fica, pelo menos, mais 2 anos trabalhando por cerca de 60 horas semanais em um hospital.

Por que fazer o curso de Medicina?

Depois de conhecer os principais desafios desse curso, talvez você tenha ficado com um pouco de receio de iniciar essa jornada. No entanto, saiba que, por mais que a área exija bastante de quem escolhe esse caminho, os benefícios compensam cada dificuldade. Quer ver? Então, confira alguns dos motivos pelos quais tanta gente decide ingressar nessa graduação.

Satisfação pessoal

Uma característica presente nos profissionais da área da saúde em geral é o desejo de ajudar o próximo. O médico pode fazer isso todos os dias ao exercer o seu trabalho. Por isso, para quem ama tudo sobre Medicina e quer fazer a diferença na sociedade, essa profissão é a ideal para conciliar sucesso na carreira e realização pessoal.

Retorno financeiro

Ao optar por qualquer curso superior, uma das preocupações do estudante é em relação ao mercado de trabalho. Será que vai ter emprego? E a remuneração, será que vale a pena? Na área da Medicina, isso não é um problema.

Como vimos, o número de médicos por grupo de habitantes ainda precisa crescer muito, especialmente em algumas regiões do país. Quanto ao salário, essa é uma das profissões mais prestigiadas e que oferecem um ótimo retorno financeiro, ainda mais quando o médico dá continuidade aos estudos com a residência.

Campos de atuação

Falando em residência, existe uma longa lista de opções para o profissional escolher em que campo prefere atuar. Além disso, é possível trabalhar tanto no setor privado quanto no público, em hospitais, clínicas, consultórios e postos de saúde. Muitos médicos também se dedicam à carreira acadêmica, realizando pesquisas e dando aulas em instituições de ensino superior.

Como é a estrutura curricular de Medicina?

O curso de Medicina tem duração mínima de 6 anos. Cada universidade tem a sua grade curricular específica, mas desde o início ela é muito rigorosa, com aproximadamente 70% de disciplinas obrigatórias e 30% de optativas.

Em geral, a estrutura é dividida em 3 ciclos:

  • básico — entre o 1º e o 2º ano;
  • clínico — entre o 3º e o 4º ano;
  • internato — entre o 5º e o 6º ano.

Confira mais detalhes de cada etapa, a seguir.

Ciclo básico

O ciclo básico do curso de Medicina tem duração de 2 anos e inclui as disciplinas mais teóricas. São conteúdos introdutórios, mas essenciais ao bom entendimento das matérias mais complexas. Nesse momento, o estudante aprende, por exemplo, sobre o funcionamento do corpo humano, com disciplinas como as seguintes:

  • Concepção e Formação do Ser Humano;
  • Funções Biológicas;
  • Fundamentos Morfológicos do Organismo Humano;
  • Locomoção e Preensão;
  • Metabolismo;
  • Nascimento e Desenvolvimento;
  • Proliferação Celular;
  • Processo de Envelhecimento.

Essa etapa também pode apresentar algumas disciplinas da área de Humanas, como a de Formação Sociocultural e Ética, abrangendo um pouco de discussões de comportamentos e casos médicos, além de Antropologia e visitas a postos de saúde. O objetivo é que o aluno tenha contato com a população e receba treinamento para atuar como agente comunitário em unidades de saúde básicas. Ou seja, uma ótima oportunidade!

Como essa é uma fase em que o estudante ainda está sendo apresentado ao mundo da Medicina, é fundamental ter consciência da importância desses conteúdos. Também é conveniente já ter uma boa base de conhecimentos de Biologia e afins, para facilitar o entendimento dos conceitos estudados nas aulas.

Ciclo clínico

Na metade do curso, você vai sair um pouco da sala de aula e aprenderá a realizar exames físicos completos nos pacientes. Em geral, as aulas são ministradas em ambulatórios e consultórios dos centros de saúde e dos hospitais conveniados. A seguir, listamos algumas das disciplinas estudadas nesse ciclo:

  • Dor;
  • Desordens Nutricionais e Metabólicas;
  • Dispneia, Dor Torácica e Edemas;
  • Distúrbios Sensoriais, Motores e da Consciência;
  • Emergências Clínicas;
  • Febre, Inflamação e Infecção;
  • Genética Médica;
  • Problemas Mentais e do Comportamento;
  • Saúde da Mulher, Sexualidade Humana e Planejamento Familiar.

Nesse momento, os futuros médicos entendem, de forma prática, como analisar e interpretar exames laboratoriais, tomografias, raios-X, ressonâncias magnéticas, eletrocardiogramas, entre outros. Depois, é necessário relacioná-los com a etapa de anamnese, que considera desde os sintomas iniciais, com base nas lembranças do paciente, até o momento da observação clínica.

Os conceitos fundamentais das doenças mais comuns também são abordados nessa etapa, além das indicações de tratamento. Afinal, aprender tudo sobre Medicina com exemplos práticos é muito mais fácil, não é mesmo?

Para se sair bem no ciclo clínico, você vai precisar desenvolver habilidades para se comunicar com os pacientes sem timidez e com muita empatia. Desse jeito, vai ser possível não só assimilar os conhecimentos do curso, mas aprender a construir uma boa relação médico-paciente.

Ciclo do internato

Os 2 últimos anos de curso são de dedicação total! Ainda mais do que você já está imaginando. Nesse momento, é necessário destinar um número de horas ainda maior aos estudos para aprimorar todas as habilidades que a profissão requer.

As atividades práticas continuam com tudo. Consultas e visitas a pacientes também fazem parte das tarefas, mas agora vêm com um bônus. De quê? De mais responsabilidades, é claro. Isso porque a maior parte da estrutura curricular do ciclo do internato é composta de estágios supervisionados em várias áreas, como as que listamos, a seguir:

  • Clínica Cirúrgica e Anestesia;
  • Clínica Médica;
  • Medicina de Saúde da Família e Comunidade;
  • Medicina de Urgência e Emergência;
  • Saúde Coletiva;
  • Saúde da Criança e do Adolescente;
  • Saúde da Mulher;
  • Saúde Mental.

Além dos estágios obrigatórios, podem surgir plantões nos serviços de emergências e o estudante já pode fazer pequenas suturas e outras intervenções, sempre acompanhado de um profissional formado — segurança em primeiro lugar.

No final do sexto ano, você poderá se registrar no Conselho Regional de Medicina e estará pronto para exercer a profissão, como clínico geral. Por isso, essa etapa final do curso exige atenção redobrada para que o estudante alcance uma formação realmente completa, a fim de oferecer um serviço de qualidade à população.

Qual é a diferença entre internato e residência?

O internato é a última etapa do curso de Medicina. É nesse momento que se inicia a prática clínica, e pode ser considerado equivalente ao estágio das demais graduações. A residência, por sua vez, é uma modalidade de pós-graduação da área da saúde e é também predominantemente prática. Ao final da especialização, o profissional recebe o título de especialista.

Veja, a seguir, as diferenças entre as atividades!

Carga horária

Nos últimos 2 anos da graduação, é normal a carga horária aumentar e passar a incluir até plantões aos finais de semana. Consequentemente, é necessário estudar mais para aperfeiçoar o raciocínio para realizar diagnósticos corretos, além de desenvolver habilidades médicas e técnicas para atuar em casos de emergência. Mas calma! Em compensação, acontecem menos provas e menos aulas em sala — tem um lado positivo!

Já a residência médica conta com carga horária de 60 horas semanais. Desse total, cerca de 80% é prática — ou seja, você vai atuar diretamente no hospital. O restante é dedicado para as aulas sobre assuntos específicos da área e discussões de casos clínicos.

Atribuições

Durante o internato, o estudante visita os pacientes, realiza consultas, faz plantões de emergência e treina técnicas simples de cirurgia. Todos os grandes campos da Medicina são contemplados: Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia e Pediatria. Dessa forma, dá para ganhar experiência e fica mais fácil escolher qual área seguir depois da formatura.

A residência, por outro lado, pode durar de 2 a 5 anos, de acordo com a área escolhida. Durante esse tempo, os profissionais recebem uma bolsa-auxílio e atuam em diferentes setores fundamentais para uma boa especialização. As atividades são acompanhadas por médicos especialistas.

Responsabilidades

No internato, o estudante já trabalha como médico, porém, como ainda não é graduado, todas as decisões finais precisam passar por um profissional formado. Dependendo da situação, o aluno acompanha algumas intervenções mais sérias ou delicadas.

Apesar de estar em processo de uma nova formação, o médico residente já é formado e registrado no Conselho Regional de Medicina do estado em que atua. Por isso, ele é capaz de responder por todas as ações que executa.

Quais as exigências para atuar no mercado como médico?

Para atuar como médico e começar a fazer atendimentos, é necessário se graduar em um curso de Medicina — é claro! —, e ter registro no Conselho Regional de Medicina, que pode ser feito logo após a colação de grau.

Em julho de 2014, algumas diretrizes foram alteradas para a obtenção do diploma. Os novos critérios curriculares incluem a obrigatoriedade de estagiar na emergência e no serviço de urgência do Sistema Único de Saúde (SUS). A carga horária deve corresponder a 30% do internato.

Outra resolução coloca em vigor a avaliação dos estudantes pelo governo a cada 2 anos. Ou seja: os estudos não vão acabar! Depois, o resultado será usado no processo de classificação para os candidatos aos programas de residência médica.

Os médicos que se formaram em instituições de ensino do exterior, mas que querem atuar no Brasil, precisam passar por um exame de revalidação do diploma. O Revalida foi criado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC).

A prova é realizada periodicamente em universidades públicas de todo o país. Além de uma avaliação escrita, os candidatos passam por uma prova discursiva e um exame de habilidades clínicas. Os profissionais aprovados passam a ter seus diplomas legalizados no Brasil e podem trabalhar em qualquer parte do território nacional.

Além de todas as competências acadêmicas e práticas, é fundamental que cada médico também desenvolva o seu próprio lado emocional e físico. A carga horária de estudo e de trabalho é alta e pode prejudicar gravemente a saúde de quem trabalha na área — por isso, não adianta aprender tudo sobre Medicina e deixar o próprio bem-estar de lado!

Dedicação para preservar a vida humana e ter controle emocional, independentemente de qualquer situação, é um juramento feito pelos recém-formados e que precisa ser mantido ao longo de toda a carreira.

Quais são as especializações mais buscadas na área de Medicina?

O curso de Medicina prepara o estudante para atuar de maneira geral na profissão. Quem quer se especializar precisa passar por uma residência médica de 2 anos, no mínimo, como falamos. E são muitas áreas para escolher! Lembra-se de que são 53 opções? Uma delas vai ser a ideal para você!

Como são muitas, é completamente normal ficar em dúvidas sobre qual caminho seguir. Os motivos para escolher também são muitos: afinidade, preferências pessoais ou vontade de atuar em áreas que têm maior impacto social. Seja qual for a sua escolha, o importante é gostar do que faz!

#DicaDaUni para quem ainda não sabe qual direção seguir: pesquise bastante! Cada especialização tem suas características, seja no número de oportunidades oferecidas, seja na forma de atuação ou na remuneração salarial.

Pensando nisso, criamos uma lista com algumas opções para você já pensar qual faz mais o seu tipo:

  • Cancerologia ou Oncologia: área dedicada à identificação e ao tratamento de todos os tipos de tumores;
  • Geriatria: voltada aos cuidados com os idosos;
  • Medicina Esportiva: dedicada à prevenção e tratamento de lesões causadas pela prática de esportes;
  • Neurologia: estuda as doenças relativas ao cérebro e aos sistemas nervoso e periférico;
  • Neurocirurgia: o neurocirurgião trata tumores, traumas físicos e doenças degenerativas. Essa é uma das áreas mais complexas da medicina;
  • Obstetrícia: dedicada aos cuidados com as gestantes, tanto durante a gravidez quanto no período do parto e após o nascimento do bebê;
  • Otorrinolaringologia: área que combina clínica e cirurgia para doenças relacionadas ao nariz, boca, ouvido, laringe e faringe;
  • Urologia: cuida dos sistemas urinário e reprodutor masculino;
  • Pneumologia: especialidade que trata dos problemas relativos ao sistema respiratório;
  • Psiquiatria: dedicada ao atendimento, à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de doenças psicológicas e mentais, como esquizofrenia, depressão e bipolaridade. Além disso, identifica casos de psicopatia e sociopatia;
  • Reumatologia: especialidade voltada para o tratamento de doenças autoimunes e disfunções do tecido conjuntivo e articulações.

Com tantas informações, já dá para ter uma ideia de qual delas combina mais com seu perfil. Já descobriu? Mas existem algumas coisinhas a mais que você precisa saber.

Como se dar bem no mercado de trabalho?

O mercado de trabalho traz muitas oportunidades para o médico, uma vez que é um profissional muito necessário para a saúde da população. Porém, é importante se destacar desde a graduação para ser reconhecido como um dos melhores da sua área de especialização e conquistar as oportunidades mais vantajosas. Para isso, acompanhe as dicas que preparamos para você!

Invista em adquirir conhecimento

O curso de Medicina é complexo e difícil, com centenas de teorias e conceitos que podem sobrecarregar qualquer estudante. Porém, ao fazer essa escolha, é importante estar pronto para estudar pelo resto da vida — afinal, a evolução do conhecimento é constante.

Para se destacar na carreira e ter um diferencial no mercado de trabalho, alguns conhecimentos de outras áreas serão sua grande vantagem. Quer ver só? Exemplos disso são noções de ética e Direito, finanças, tecnologia, Psicologia e tudo o que pode ajudar a oferecer o melhor atendimento aos seus pacientes.

Fortaleça seu networking

Assim como qualquer outra profissão, o médico precisa de um bom networking. Por isso, é importante desenvolver essa rede de contatos ainda na graduação. Não deixe de cultivar amizades com profissionais que você admira e de quem conhece a trajetória profissional.

Além disso, mantenha um diálogo constante com seus professores e outros médicos que já atuam na área e que tenham experiência no mercado. Assim, fica mais fácil tirar dúvidas e conhecer áreas novas. Aproveite para perguntar tudo sobre Medicina!

Também é bom se aproximar de seus colegas de curso e outros profissionais da saúde, como técnicos, enfermeiros e cuidadores. Ser amigável é uma qualidade de ouro para se tornar um médico respeitado e reconhecido. Já pensou?

Vá para locais diferentes de onde mora

Já percebeu que a Medicina é uma profissão repleta de oportunidades? Infelizmente, muitos médicos ainda preferem atuar apenas em capitais ou em cidades próximas à própria casa. Como vimos, faltam profissionais em algumas regiões do Brasil e sobram vagas em diversas áreas e programas, como é o caso do Mais Médicos. Ao contrário, nas grandes cidades há uma alta concorrência no mercado de trabalho.

Por isso, é interessante se arriscar em locais mais distantes ou em cidades menores. As chances de receber um salário acima da média também é maior. E, claro, não podemos deixar de dizer: essa é uma ótima maneira de ajudar quem precisa! Fique de olho!

Como você bem sabe, o curso de Medicina tem um dos vestibulares mais concorridos. Por isso, lembre-se de que quem deseja se destacar na área precisa escolher uma instituição de ensino reconhecida e bem avaliada pelo MEC, com corpo docente de alto nível e infraestrutura completa. Esses detalhes farão toda a diferença na sua vida acadêmica!

Gostou de saber tudo sobre Medicina? Conhece alguém que se interessa pelo assunto? Então, compartilhe o conteúdo em suas redes sociais e ajude os seus amigos!

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