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O curso de Psicologia tem atraído a atenção dos jovens que estão decidindo qual faculdade fazer — e esse interesse não é sem motivo. A profissão tem ganhado cada vez mais terreno, pois permite quem atua nessa área fazer toda a diferença para a sociedade.

O estigma de que psicólogo é para loucos já perdeu a força. Em vez disso, notamos uma procura crescente por profissionais da área. Afinal, as pessoas têm percebido que doenças psicológicas são problemas reais e bastante graves, como depressão, ansiedade e muitos outros.

Mas o psicólogo não atua somente na área da saúde e no tratamento de transtornos mentais. Há muitos campos de trabalho para esse profissional e com diferentes atribuições — desde atuar em RH de empresas ou em departamentos de trânsito, até oferecer suporte a vítimas de desastres naturais.

Quer ver todas informações que precisa para ter certeza se essa é a graduação certa para você? Venha com a gente! Agora, para começar nossa odisseia, vamos conhecer a origem do curso de Psicologia!

O curso de Psicologia

O curso de Psicologia pode ser considerado como parte das ciências humanas ou da saúde. A faculdade prepara o estudante para compreender o ser humano em suas diferentes interações.

Você já pode imaginar o quanto esse objeto de estudo é complexo, não é mesmo? Justamente porque cada pessoa é única e teve a personalidade construída com base em suas próprias experiências.

A Psicologia é a ciência que investiga a mente e o comportamento das pessoas. Pode acreditar que esse é um campo inesgotável de conhecimento, uma vez que sempre há algo novo para descobrir sobre o infinito que habita o interior do ser humano.

Por mais que as teorias que fundaram a Psicologia sejam forte referência, ainda se trata de uma profissão em desenvolvimento. Isso porque existem inúmeras pesquisas em andamento e sempre surgem descobertas, seja com novas explicações sobre o funcionamento da mente, seja com técnicas inéditas que ainda serão testadas.

A história do curso 

Para mergulhar a fundo na história da Psicologia, precisaríamos fazer um conteúdo exclusivo. Isso porque foram muitos nomes importantes de psiquiatras, pesquisadores e filósofos que contribuíram para esse campo de conhecimento, a começar pelos clássicos pensadores gregos, séculos a.C.

Mas a Psicologia como ciência teve início no século XIX, quando Wilhelm Wundt criou o primeiro laboratório para pesquisas psicológicas, na Alemanha. A princípio, os estudos eram mais experimentais e se baseavam em princípios da Filosofia e da Fisiologia.

No Brasil, os primeiros cursos para formação de psicólogos surgiram somente na metade do século XX, poucos anos antes de a profissão ser regulamentada pela lei federal.

O profissional de Psicologia

Quem gosta de ajudar pessoas e pensa em fazer o curso de Psicologia, está no caminho certo. Mas é bom se preparar para a longa estrada de aprendizados que tem pela frente, pois os campos de conhecimento do psicólogo são bem amplos.

Neste tópico, você conhecerá as diferentes linhas de atendimento da Psicologia, os vários contextos em que o profissional pode trabalhar e as habilidades que o psicólogo deve ter para seguir firme na carreira. Preparado?

As principais abordagens de atendimento

As abordagens são conjuntos de teorias e técnicas que definem o modo como o psicólogo vai conduzir o atendimento. Cada uma nasceu de uma escola de pensamento que ajudou a construir a história da Psicologia.

Vale ressaltar que não existe uma linha de terapia melhor que a outra. São apenas processos diferentes com o mesmo objetivo: compreender o ser humano e ajudá-lo a lidar com seus problemas emocionais.

Ainda durante a faculdade, o estudante de Psicologia faz a escolha da abordagem que pretende seguir. Mas isso não é uma decisão irreversível. Para se aprofundar em outras correntes de pensamento, você poderá fazer cursos de especialização futuramente e dominar diferentes técnicas psicoterápicas.

Agora, conheça as principais abordagens de atendimento da Psicologia!

Psicanálise

Nem todo mundo sabe quem foi Freud, mas muita gente já ouviu falar no nome dele. Mais do que isso, até alguns conceitos da escola Freudiana já andaram circulando pelas redes sociais. Recalque, ego e libido são exemplos de palavras que ficaram populares por conta desse estudioso. Porém, só quem tem conhecimento no assunto sabe o que esses termos significam.

A psicanálise foi a primeira abordagem da psicoterapia. Ela se baseia na investigação do inconsciente, por meio da técnica de associação livre. Para os psicanalistas, é preciso escavar bem fundo, na mente e na história de vida do paciente — principalmente na infância — para descobrir os traumas e bloqueios que se escondem por trás de um problema psicológico.

Psicologia Humanista

A Psicologia Humanista observa o ser humano com um olhar mais otimista. Nessa linha de atendimento, o terapeuta não tem o objetivo de descobrir a origem do problema, e sim de acolher a pessoa — que não é chamada de paciente — para que ela encontre o melhor de si.

O modelo utilizado nessa abordagem é a terapia centrada na pessoa, que utiliza conceitos como tendência à realização máxima e aceitação incondicional de si mesmo. É considerado um método terapêutico com bons resultados em casos de baixa autoestima, excesso de autocrítica e até na reabilitação de dependentes químicos. 

Behaviorismo

O Behaviorismo, também chamado de Análise do Comportamento, é um modelo mais diretivo e focado no modo de agir das pessoas. Ou seja, essa abordagem avalia mais os padrões comportamentais do paciente do que os aspectos inconscientes e subjetivos.

Na visão do Behaviorismo, as pessoas agem de acordo com o que acontece ao seu redor, seguindo uma relação funcional que envolve: estímulo antecedente e resposta comportamental, adequada ou inadequada. Portanto, as técnicas dessa abordagem são aplicadas para modificar o comportamento.

Terapia cognitivo-comportamental

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) segue alguns conceitos do Behaviorismo, mas também leva em conta os processos cognitivos do paciente. Em palavras simples, ela acredita que são nossos pensamentos que influenciam o comportamento.

As técnicas dessa abordagem apresentam resultados positivos em diferentes tipos de problemas, dos mais simples aos mais graves. O foco da psicoterapia é modificar os padrões de pensamento do paciente, também chamados de distorções cognitivas. 

Além das abordagens que mostramos aqui, existem outras linhas de terapia, como Fenomenologia, Análise Junguiana, Psicodrama, Gestalt, entre outras.

As áreas de atuação

Quem não conhece a profissão o suficiente, pode imaginar o psicólogo apenas como aquele profissional que fica com um caderninho na mão, anotando tudo, enquanto o paciente deita no divã e conta seus problemas.

Mas, apesar de também ser uma profissão da área da saúde, a Psicologia ganhou um terreno bem mais amplo no mercado de trabalho e as possibilidades de atuação para quem se forma nesse curso são muitas. Conheça as principais!

Clínica

Quem segue por esse caminho, pode trabalhar em consultórios particulares ou clínicas de Psicologia. O propósito desse profissional é realizar acompanhamento psicoterápico em diferentes casos, desde a busca pelo autoconhecimento até transtornos mentais complexos. A psicoterapia clínica pode ser feita com crianças, adolescentes e adultos, tanto nos formatos individual, familiar ou em grupo.

Escolar

O psicólogo escolar, ou educacional, atua em instituições de ensino e auxilia no acompanhamento de estudantes que demonstram algum tipo de dificuldade. Os problemas avaliados por esse profissional incluem: déficits de aprendizagem, orientação profissional, aconselhamento diante de condutas inadequadas e até investigação de conflitos em casa.

Organizacional

Uma das áreas com mais empregabilidade para quem faz esse curso é a Psicologia Organizacional. No ambiente empresarial, o psicólogo é responsável por uma série de atividades, como:

  • processos de recrutamento e seleção — aplicação de testes psicológicos, entrevistas, condução de dinâmicas de grupo, avaliação de perfis etc.;
  • elaboração de programas de treinamento e desenvolvimento, para promover mais motivação e engajamento, entre outros objetivos;
  • pesquisa de clima organizacional;
  • avaliação de desempenho dos colaboradores;
  • entrevista de desligamento.

Social

A Psicologia Social estuda o comportamento do ser humano enquanto parte de um grupo. Nessa área, o psicólogo não faz a análise individual das pessoas, mas trabalha com comunidades específicas.

Profissionais que optam por essa linha da carreira, podem atuar em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), organizações não-governamentais e várias outras instituições que precisem de acompanhamento grupal.

Jurídica

Se você é ligado em séries policiais, pode se interessar pela Psicologia Jurídica, ou Forense. Em meio a cenas de crimes, investigações e cenários judiciais, surge o psicólogo para avaliar a mente dos envolvidos.

Apesar de o peso cinematográfico da Psicologia Forense ser bem atrativo, é preciso ter estômago forte para atuar nesse meio. Isso porque o psicólogo pode se ver diante de situações bem tensas, como entrevistar psicopatas ou acompanhar casos de abuso e maus-tratos na infância.

Do Esporte

A Psicologia do Esporte é um ramo que tem ganhado notoriedade. O profissional dessa área acompanha atletas e equipes desportivas de diferentes modalidades. Sua principal função é trabalhar no preparo emocional dos jogadores, para que eles superem suas limitações individuais e alcancem alta performance nas competições.

Do Trânsito

Se você já tirou habilitação, deve se lembrar dos chamados testes psicotécnicos, certo? Principalmente o famoso “teste dos pauzinhos”, que na verdade se chama palográfico. Sabia que dá até para descobrir traços de personalidade com esse exame?

Esse é um dos papeis do psicólogo do trânsito: aplicar os testes psicológicos e avaliar o perfil dos futuros condutores. Afinal, um carro não deixa de ser uma arma e é preciso o mínimo de equilíbrio mental para guiá-lo, concorda? Além disso, o profissional também pode atuar ministrando treinamentos, programas de prevenção, entre outras ações.

Além das áreas que apresentamos, há ainda possibilidades de atuação em outros ramos da Psicologia, como:

  • Psicopedagogia Clínica e Institucional, que estuda os transtornos de aprendizagem, a exemplo da dislexia, dislalia, discalculia etc.;
  • Neuropsicologia, que investiga o modo como o funcionamento cerebral direciona nossos processos cognitivos, emoções e comportamentos;
  • Psicologia das Emergências e Desastres, em que o profissional acompanha pessoas diante de sequestro de familiares, catástrofes naturais e outras situações críticas.

As características do profissional

Para ter uma performance de destaque, em qualquer carreira, é preciso ter mais que um bom repertório técnico. As características pessoais fazem toda diferença na atuação do profissional. No dia a dia do psicólogo, isso é bastante evidente, uma vez que lidar com conflitos humanos requer muito tato e habilidade. Veja algumas competências comportamentais que são indispensáveis para quem atua nessa área!

Perfil analítico

O olhar crítico e a capacidade de analisar todas as variáveis de um mesmo contexto são marcas registradas do profissional de Psicologia. Ele nunca pode se contentar apenas com uma versão dos fatos. O psicólogo sabe que não existe só uma verdade absoluta e imutável. É preciso ter flexibilidade para enxergar nas entrelinhas a mensagem que o paciente precisa transmitir.

Escuta ativa e observação

Além de todo conhecimento técnico, existe uma grande diferença entre desabafar com um amigo e conversar com um psicólogo: a escuta ativa. Já percebeu que quando você quer contar algo, raramente as pessoas ouvem com atenção? Elas estão sempre prontas para responder e não exatamente para escutar o que temos a dizer.

Essa é uma característica que não pode faltar ao psicólogo. Para realizar um bom trabalho e saber intervir na necessidade emocional de quem o procura, ele precisa estar atento a cada detalhe do que o paciente diz. Em conjunto com a escuta ativa, também é importante ter um senso aguçado de observação para fazer a leitura das mensagens não-verbais, como movimentos corporais, expressões faciais, tom de voz etc.

Empatia

A capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender suas emoções é um dos primeiros requisitos para se tornar psicólogo. Apesar das inúmeras teorias comprovadas e técnicas criadas, não existe uma receita pronta quando se trata de lidar com o ser humano. Cada pessoa construiu seu mundo interno de forma muito particular e o profissional precisa saber entrar com cuidado nesse terreno delicado.

Mente aberta

Como acabamos de dizer, cada paciente representa um universo particular. Ao lidar com diferentes pessoas, o psicólogo precisa deixar de lado todas as suas crenças e opiniões pessoais e manter a mente aberta para o que vai encontrar. Na relação terapêutica não pode existir preconceito de nenhum tipo. A única coisa que importa é cuidar do ser humano que está ali.

Inteligência emocional

Inteligência emocional é uma característica indispensável para o psicólogo, tanto para ser capaz de ajudar outras pessoas quanto para manter seu próprio equilíbrio mental. Afinal, lidar com conflitos já é uma missão bem difícil no dia a dia de qualquer um de nós. Consegue imaginar o quanto o profissional dessa área pode se desgastar, se não estiver preparado?

Ter inteligência emocional é estar apto para gerenciar seus próprios sentimentos, além de conseguir identificar e compreender as emoções dos outros. Isso ajuda, por exemplo, a não levar as reações de outras pessoas para o lado pessoal.

Gosto por leitura

Desde os anos de faculdade até a prática profissional, os livros e artigos científicos são materiais presentes na rotina do psicólogo. Então, se você ainda não se considera um leitor assíduo, comece a desenvolver o gosto pela leitura. Além de o curso ter uma vasta bagagem teórica, o profissional precisa estar sempre antenado com as descobertas e discussões da área. 

Atualização contínua

Por falar em estar sempre em busca de novidades, chegamos a outra característica que enriquece o perfil de todo profissional: atualização. Para manter seu conhecimento em dia, o psicólogo precisa ir além do básico e se especializar em diferentes técnicas e áreas de atendimento. Quanto mais assuntos você compreender com autoridade, maior será o seu leque de campos de trabalho.

As disciplinas estudadas na faculdade de Psicologia

O curso de Psicologia tem um conteúdo extenso. Então, se você pretende iniciar essa jornada, comece a se preparar para ler muito. A maior parte da grade é composta por disciplinas teóricas, mas também conta com uma boa carga horária voltada para os estágios supervisionados. A graduação tem duração total de 5 anos e é encontrada nos períodos matutino e noturno.

Os futuros profissionais costumam entrar na faculdade de Psicologia entusiasmados para aprender sobre as patologias, os transtornos de personalidade, os métodos de tratamento etc. Mas além dos conteúdos específicos, você também passará por disciplinas como Fisiologia, Ética Profissional e Bioestatística — é, não vai dar para escapar 100% da Matemática.

A seguir, vamos conhecer a estrutura completa do curso.

A experiência do estudante no curso de Psicologia

Do primeiro ao quinto ano de faculdade, o estudante de Psicologia passa por experiências teóricas e práticas. Além das disciplinas que constam na matriz curricular do curso, o aluno ainda pode expandir seu aprendizado com atividades complementares, como: monitoria, iniciação científica, voluntariado, entre outras Conheça as etapas dessa jornada!

Primeiro ano

No primeiro ano da faculdade, o estudante tem contato com matérias das áreas de humanas e biológicas. Algumas atividades são realizadas em laboratório desde o início do curso — por exemplo, Psicologia Experimental, em que são praticadas algumas técnicas, como condicionamento comportamental. Os dois primeiros semestres abrangem o seguinte currículo:

  • Formação Sociocultural e Ética I;
  • Ciências Morfológicas;
  • Biologia e Bioquímica Humana;
  • Relações Interpessoais;
  • Ciências Fisiológicas;
  • Bioestatística e Epidemiologia;
  • Saúde Coletiva;
  • Psicologia Experimental;
  • História da Psicologia como Ciência e Profissão;
  • Processos Psicológicos Básicos.

Segundo ano

Como acontece em muitos cursos, o primeiro ano costuma ser um apanhado geral de diferentes campos do saber (Matemática, Biologia, Sociologia etc.) para a base da formação do estudante. Mas a partir da segunda série, os conteúdos são mais específicos. Veja:

  • Metodologia da Pesquisa Científica;
  • Análise Experimental do Comportamento;
  • Avaliação Psicológica;
  • Estágio Supervisionado em Avaliação Psicológica;
  • Teoria, Técnica e Manejo de Grupos;
  • Neuropsicologia;
  • Psicologia do Desenvolvimento I: Cognitivo, Afetivo e Motor;
  • Práticas Científicas e Sociais em Psicologia;
  • Psicologia Social;
  • Psicologia e Processos de Aprendizagem;
  • Psicologia, Trabalho e Sociedade.

Terceiro ano

No terceiro ano, o futuro psicólogo acompanha algumas das disciplinas mais esperadas, como Teorias da Personalidade e Psicopatologia. Além disso, começa a se aprofundar em diferentes correntes de pensamento. As disciplinas incluem:

  • Gestão do Projeto de Vida;
  • Técnicas Projetivas;
  • Estágio Supervisionado em Técnicas Projetivas;
  • Ética Profissional;
  • Teorias da Personalidade;
  • Análise Aplicada do Comportamento;
  • Introdução à Psicopatologia;
  • Psicologia do Desenvolvimento II: Adolescência e Deficiência;
  • Psicofarmacologia;
  • Psicologia Existencial Humanista.

Quarto ano

Nessa etapa do curso, o acadêmico tem contato com as teorias e técnicas psicoterapêuticas de diferentes abordagens. A partir do quarto ano, o aluno também tem suas primeiras experiências no atendimento clínico, por meio dos estágios supervisionados. As matérias vistas nesse período são:

  • Psicologia Organizacional e do Trabalho;
  • Orientação Profissional;
  • Psicodiagnóstico e Práticas Clínicas;
  • Teoria e Técnica Psicoterapêutica Comportamental;
  • Psicologia do Desenvolvimento III: Vida Adulta, Aspectos Patológicos e Velhice;
  • Temas em Psicopatologia;
  • Teoria Psicoterapêutica de Orientação Fenomenológica e Existencial;
  • Estágio Supervisionado em Psicodiagnóstico e Práticas Clínicas;
  • Teorias e Técnicas Psicoterapêuticas e Psicodinâmicas.

Quinto ano

O último ano do curso de Psicologia tem uma carga horária intensa de estágios supervisionados em diferentes áreas de atuação. O estudante que chega a essa altura da graduação, principalmente quando precisa conciliar estudos e trabalho, sabe que a rotina é puxada — estágios, relatórios, trabalho de conclusão de curso etc. Em compensação, o sentimento de estar na reta final é motivador.

Além dos estágios supervisionados — que incluem tempo para execução das atividades e horários para reunião com os supervisores — no quinto ano, o estudante também aprende sobre empreendedorismo. Afinal, não basta dominar as teorias e técnicas da profissão, também é preciso saber como se colocar no mercado de trabalho, seja como contratado, seja como profissional liberal.

A escolha por uma boa faculdade

O primeiro passo desse percurso é passar no vestibular, como você bem sabe. Os processos seletivos costumam ocorrer no meio e no final do ano e podem ter dois formatos, dependendo da instituição: tradicionais ou agendados.

Se a sua preocupação é em relação à mensalidade da faculdade, saiba que existem vários programas de bolsas e financiamentos que podem ajudar — desde os federais, como FIES e Prouni, até parcerias com instituições bancárias ou até iniciativas da própria universidade. Vale a pena pesquisar mais sobre o assunto!

Aproveite suas pesquisas para ter bastante informação sobre a qualidade acadêmica das faculdades. É importante ficar atento a uma série de critérios na hora de escolher uma boa instituição de Ensino Superior, como:

  • infraestrutura;
  • localização do campus;
  • qualidade do corpo docente;
  • reconhecimento do MEC;
  • atividades complementares oferecidas pela instituição de ensino.

Muitos vestibulandos decidem estudar na UniCesumar justamente pela qualidade da instituição, que é vista como referência em Ensino Superior. A Uni se preocupa em formar profissionais a altura das exigências do mercado. Por isso, a proposta de ensino abrange tanto o conhecimento teórico aprofundado quanto a preparação para a prática da profissão.

A graduação em Psicologia da Uni conta com espaços que ampliam a formação do estudante, como Empresa Júnior, Núcleo de Práticas Jurídicas e área esportiva para atuação em Psicologia do Esporte. Além disso, o acadêmico realiza seus estágios na Clínica de Psicologia da faculdade, onde a comunidade é atendida. 

Depois de tudo que você leu, já consegue se imaginar como um psicólogo formado e bem-conceituado na profissão? Bom, as informações sobre o curso de Psicologia, você já tem. Agora, é só planejar seus passos na direção certa e construir a carreira dos seus sonhos!

Para começar, que tal acessar a página do curso de Psicologia da UniCesumar e obter informações sobre o processo seletivo?

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