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O sonho de cursar uma graduação se tornou real. Finalmente, você está estudando para seguir na profissão que sempre quis. Perfeito, não? Nem tanto assim. Isso porque os dados de depressão na faculdade são cada vez mais alarmantes — não apenas no Brasil, como no mundo todo. 

Mais do que nunca, precisamos conversar sobre saúde mental (não só a depressão, como transtornos de ansiedade, alimentares e bipolar), até porque a fase de estudante é cheia de altos e baixos. Muitos têm que trabalhar para dar conta dos estudos, o que faz sobrar pouco tempo para lazer ou mesmo para uma noite de sono relaxante — isso sem falar na pressão por notas boas, na dificuldade com os conteúdos e na insegurança sobre o futuro.

Não é nada fácil, mas uma coisa é muito certa: conversar sobre o assunto quebra tabus e mostra que ninguém está sozinho nessa trajetória #EstamosJuntos. É exatamente o objetivo deste texto que você está lendo. Siga a leitura!

Depressão na faculdade: alguns números

De acordo com uma estudo feita pelo Center for Collegiate Mental Health (CCMH), nos Estados Unidos e com dados referentes a 2018, 20% dos estudantes entrevistados apresentavam algum problema relacionado à ansiedade ou depressão. 

Já um estudo da Associação Americana de Psicologia traz mais números impactantes: um terço dos calouros apresenta problemas relacionados à saúde mental, sendo que muitos, felizmente, optam por procurar ajuda das faculdades para conseguir tratamento.

O Brasil também sofre com essa realidade. Dados da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) apontam que, de cada 10 alunos de universidades federais no Brasil, 7 demonstram transtornos psicológicos. Com estudantes do curso de Medicina, a realidade é muito parecida: 1 em cada 4 apresenta quadros de depressão, mas não procura ajuda — o que é ainda mais assustador.

O conceito de saúde mental

A gente fala muito em cuidar do próprio bem-estar ao comer certo, tomar água, mas ainda falta discutir a questão da saúde mental. Ser emocionalmente saudável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é não apresentar nenhum tipo de doença mental. Essas, aliás, vão muito além da depressão, como transtorno bipolar, de ansiedade, entre outros.

Para tanto, é preciso:

  • sentir-se bem consigo mesmo e com os outros;
  • entender que problemas acontecem;
  • ter equilíbrio com as emoções boas e ruins;
  • saber que é ok pedir ajuda.

Caso você se sinta fora de compasso com todas essas características ou perceba que alguém do seu círculo está assim, o primeiro passo é conversar para ter a visão de que nunca se está sozinho nessa! 

Todo mundo tem problemas emocionais, como a ansiedade antes do vestibular, um dia mais triste… Isso faz parte. Porém, quando essas questões duram mais tempo, é imprescindível entender que algo não vai bem.

Problemas comuns entre estudantes: conheça e veja como agir

Até o Ensino Médio, parece que estamos seguindo um caminho bem definido e sem muitas dúvidas. "Estude muito para fazer uma graduação e ser um bom profissional" é a fórmula padrão, certo? 

Porém, a gente entende que a vida não é essa linha reta toda: existe desemprego, tem pressão, falta tempo e dinheiro para tudo e bate a maior insegurança quanto ao futuro. A seguir, trazemos para você problemas bem comuns na vida no Ensino Superior e que podem levar à depressão na faculdade ou outros transtornos.

Dificuldade com conteúdos

Apesar de estar estudando na área que sempre quis, nem tudo fica fácil de absorver. Há disciplinas mais densas que pedem um pouco mais de empenho. Converse com qualquer estudante de graduação: certamente ele passou por perrengues. O pessoal da Engenharia se complicou com Cálculo, enquanto a galera da Psicologia, com Neuropsicologia e por aí vai. Isso é supernormal.

O que você pode fazer é juntar um grupo de estudos, pedir ajuda aos professores e — sempre — correr atrás do prejuízo! Sofrer calado nunca é o caminho. Também entenda que o aprendizado no Ensino Superior é mais intenso, ou seja, vai ser preciso dedicação extra.

Falta de sono

Se você só precisa estudar, saiba que é privilegiado, sim. A maioria dos estudantes tem que trabalhar para poder pagar os estudos e é natural fazer as tarefas à noite (ou madrugada) afora. E, numa dessas, o sono fica prejudicado mesmo.

Dormir mal noites seguidas não permite que você descanse o necessário e, com isso, você acaba baixando a guarda para doenças mentais. A dica aqui é deixar estudos, sempre que possível, para o fim de semana e não prejudicar sua noite de sono.

Ansiedade e pressão

Nos últimos anos da graduação, você entende que os próximos passos da sua vida não estão muito certeiros e adivinha! Ansiedade a mil, claro. É interessante pensar que ninguém tem tanta clareza assim do que vai acontecer e, por isso, viver um dia de cada vez é a melhor saída.

Como se não bastasse, tem sempre algum colega de sala cheio de certezas, empregado e tudo mais. Mesmo sem querer, a gente se coloca pressão para ser igual e passa a lidar mal com as rejeições. Nessa hora, aceite as derrotas, aprenda com os erros e lembre-se de um trecho da música O Vendedor, dos Los Hermanos:

“faço o melhor que sou capaz só pra viver em paz”.

É depressão: reconheça possíveis sintomas da doença

Olhando com carinho e usando a empatia, é possível perceber alguns sinais de que seu colega tem depressão, conforme listamos abaixo.

  • Excesso de pessimismo: uma certeza constante de que tudo vai dar errado.
  • Falta de energia: aquela preguiça além do normal para as atividades.
  • Irritabilidade: em trabalho em grupo, consigo mesmo, com professores etc.
  • Apetite desregulado: seja com muita ou pouca fome.
  • Perda de interesse: principalmente pelas atividades que mais curtia fazer.
  • Pensamentos e conversas constantes sobre morte: comum quando a pessoa não vê mais saída.

Caso o problema seja com você, também é importante pedir a opinião de um amigo. Em qualquer um dos casos, é preciso pedir ajuda o quanto antes! O que nos leva a outra consideração: depressão é doença, ninguém entra nisso porque quer!

Então, não adianta ficar falando para seu amigo que ele precisa se animar e "deixar de frescura", porque, muitas vezes, mal terá forças para isso. O ideal é encontrar a melhor maneira de ajudá-lo, seja com distrações positivas, seja acompanhando-o quando ele for em busca de auxílio profissional.

Tem tratamento: veja como lidar com o problema

Qualquer doença mental tem tratamento, seja com medicamentos, à base de terapia ou com os dois juntos. Para quem não tem plano de saúde, vale deixar claro que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece os cuidados necessários.

Nas faculdades, você também pode e deve pedir ajuda. Por exemplos, os Núcleos de Apoio Integrado são opções incríveis para buscar aconselhamento. O fundamental é não ficar sofrendo quieto nem deixando alguém passar sozinho por isso, combinado?

A UniCesumar, por exemplo, disponibiliza um núcleo de apoio para a sua comunidade acadêmica: de alunos a professores e outros colaboradores. Além disso, oferece auxílio profissional para toda a sociedade por meio de uma educação espiritual e emocional.

A depressão na faculdade infelizmente é uma realidade, muito por conta da nossa vida corrida, ansiedade e estresse. Vale lembrar que sempre existe uma saída para qualquer problema e, quanto antes você fizer isso, mais rápido consegue sair dessa!

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