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Desde o primeiro dia de Ensino Médio, Arthur não tinha dúvidas sobre o que desejava para a sua vida: tornar-se um médico veterinário. Depois de muito pesquisar, ele percebeu que seu amor por bichos poderia se tornar uma profissão com um vasto mercado de trabalho, seja na indústria, com animais de grande porte, em clínicas etc. Tendo essa decisão bem clara, bastava juntar equilíbrio emocional para dispensar as festinhas e os rolês com a galera para mandar bem no vestibular

Até porque, com sua condição financeira, conseguir uma bolsa seria o ideal para não adiar o sonho da faculdade e poder trabalhar já na profissão escolhida, dando uma vida mais confortável aos seus pais.

E não deu outra! Arthur mandou bem demais no foco para estudar e, na hora do vestibular, tirando aquela ansiedade normal, ele foi lá e fez acontecer. Com a nota do Enem, conquistou sua tão sonhada vaga e uma bolsa que tornou possível iniciar a graduação. Nada mais do que justo depois de tanto ficar em casa enfiado nos livros!

Continue a leitura para conhecer mais sobre a história de Arthur!

Agora vai!

De tanto estudar para o vestibular, Arthur pensou que o ritmo na faculdade seria bem parecido com o de antes. Ver um pouco de uma matéria, de outra e ainda sobrar tempo para uns episódios de Netflix para descontrair. Estando matriculado, Arthur também tinha toda certeza do mundo que iria conseguir voltar a ver sua turma de amigos com mais frequência.

Mas logo nas primeiras aulas, ele percebeu que não seria tão parecido com o Ensino Médio. Por mais que ele se destacasse entre os alunos do colégio, a faculdade pedia mais atitude. Muita leitura pós-aula, alguns temas que só geravam dúvidas e, claro, a pressão para ter notas altas e manter sua bolsa. Não dava para não ir bem.

Mesmo assim, poxa, ele sabia que tinha capacidade e manteve seu horário de estudos, tirando uns dias em que combinava de curtir com a turma. Afinal, esse momento era dele. Precisava de uma comemoração mais longa!

Balançou o equilíbrio emocional

O primeiro semestre de Arthur foi assim: um pouco de estudo e vários rolês — até porque ele agora tinha a turma do Ensino Médio, os amigos de infância e os colegas da faculdade. A vida social nunca foi tão intensa.

E tem mais! Foi na faculdade que o cara conheceu seu crush supremo. Ele a convidou para sair alguns dias e, nesse ritmo, estavam caminhando para um namoro. Se ele soubesse que a vida seria tão legal, tinha reclamado menos dos estudos no vestibular #fato.

O problema foi quando as notas do primeiro semestre saíram. Em quase todas, Arthur ficou com sete. Muito abaixo dos dez e nove de costume, que fizeram ele voar no vestibular. Sem contar que, em sua sala, muitos conquistaram a nota máxima. Como ele não conseguiu?

Seu emocional ficou abaladíssimo. Arthur sabia que falar isso em casa seria complicado e que seus pais não ficariam lá muito satisfeitos. A sensação de estar afundando ou acordando do sonho era real demais. De cabeça baixa, ele não parava de pensar como errou em curtir demais. E agora?

Respira fundo, Arthur!

O professor de Anatomia do curso de Veterinária era alguém por quem Arthur tinha profunda admiração e simpatia. Em uma aula, ele decidiu pedir ajuda de como aproveitar melhor o seu potencial e tudo o que a graduação ensinava.

O professor comentou que essa situação era comum entre quem ingressava na faculdade. O ritmo exige mais intensidade, ou seja, é preciso estudar mais, envolver-se em projetos e correr atrás do conhecimento. A graduação pede uma postura bem mais ativa dos alunos. Ele foi claro ao dizer que era só repensar a rotina, não tinha nada a ver com o potencial do universitário. 

A culpa não era do estudante. O fato é que muita gente não é preparado para a graduação e chega pensando que vai ser simples. Respirar, reconhecer os pontos fracos, falar a respeito e trabalhar nisso é o que traz mais equilíbrio e confiança.

Depois da conversa, a sensação de Arthur era de ter tirado uma tonelada das costas. Ele só precisava de um bom plano e já estava com algumas ideias em mente. Só dependia dele e isso era tranquilizador!

É só colocar o plano em prática

Menos rolês e mais estudo: isso estava óbvio. Arthur tinha percebido, com um semestre de atraso, que passar no vestibular não era a linha de chegada e, sim, seu sucesso acadêmico e profissional.

Ele aprendeu a dizer não aos convites e o convívio com a namorada ficou dentro do campus e em alguns finais de semana. Além disso, o caminho para a faculdade de ônibus era o momento de colocar as leituras em dia, não de atualizar as redes sociais.

O equilíbrio emocional e a confiança do futuro médico veterinário voltaram com algumas atitudes, como:

  • separar a semana para cada matéria, sem ser afobado e estudar tudo de uma vez;
  • anotar suas dúvidas e levar aos professores, tanto em sala quanto fora dela;
  • ouvir música nos intervalos para espairecer a mente;
  • desabafar com os amigos e os pais para não ficar sufocado o tempo todo;
  • estabelecer pequenas metas para ficar mais estimulado;
  • voltar caminhando para casa alguns dias para fazer um exercício físico. Arthur sacou rápido que corpo são ajuda a acalmar os pensamentos.

Mas não ficou só nisso. Vendo que o aluno estava cada vez mais ativo e cheio de vontade, o professor (ou seria salvador?) chamou Arthur para participar de um projeto de iniciação científica na área de Anatomia de animais domésticos. Aceitar o projeto seria mais uma tarefa, o que fazer agora? Sim ou não?

Melhor se arrepender do que fez

Arthur aceitou a iniciação científica, tendo em mente que isso abriria muitas portas no futuro próximo e passou a acordar uma hora mais cedo para não tirar tempo dos seus outros estudos. Mas isso não era o principal medo do universitário…

O final do segundo período estava chegando e seria a hora de encarar as notas. Todo mundo já tinha certeza de quem seria o melhor aluno: repeteco do primeiro semestre, com Arthur de fora da disputa. Será mesmo?

Mas não! Houve um empate das melhores notas e a de Arthur era uma delas. O pupilo do professor de Anatomia tinha se destacado com louvor! A organização na sua agenda deu resultado e um convite inusitado.

Arthur tinha sido convidado a estagiar em uma empresa durante as férias de final de ano. Não ia ter descanso nenhum, mas seu LinkedIn ganharia um upgrade depois dessa experiência. Pouquíssimos alunos conseguem estágio em Medicina Veterinária logo no primeiro ano, porém, Arthur foi um deles. Valeu a pena o esforço. A noite ia ser de comemoração em família.

O semestre em que Arthur ficou com o equilíbrio emocional abalado serviu para ele refletir sobre suas atitudes, respirar, pedir ajuda e fazer um plano para melhorar. Ninguém chega à graduação sabendo exatamente como vai ser. Começar errando dá a chance de acertar mais à frente. O importante é olhar para si mesmo, assim como nosso personagem fictício fez, e não desistir.

A história do Arthur pareceu com algo que você ou algum amigo já viveu? Então, compartilhe em suas redes sociais — até para mostrar que sempre dá para reverter a situação!

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