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Seja no início da vida de calouro, seja nos anos finais da faculdade, existe algo que sempre gera dúvidas em muitas pessoas durante a graduação: as horas complementares. Afinal, será que elas realmente são necessárias? Qual é o melhor jeito de cumprir a carga horária de atividades extras que a universidade exige? 

Se você já se se fez alguma dessas perguntas, chegou a hora de ter as respostas. Para entender a diferença que as horas complementares podem fazer no seu currículo profissional, continue lendo e entenda a importância em sua formação acadêmica! 

Afinal, o que são horas complementares? 

Talvez você já tenha pensado que as atividades complementares sejam uma exclusividade do seu curso ou até mesmo da instituição de ensino onde estuda, não é mesmo? A verdade é que elas são uma exigência do Ministério da Educação (MEC), por isso, fazem parte da vida acadêmica de milhões de estudantes que cursam o ensino superior no Brasil.

Acredite, essa obrigatoriedade tem motivo! O fato é que, assim como nas disciplinas teóricas ensinadas em sala de aula, ou nos experimentos práticos feitos em laboratórios, essas horas também servem para que você adquira mais conhecimento, tenha mais facilidade caso queira ingressar em uma iniciação científica e até mesmo para desenvolver habilidades essenciais no mercado de trabalho.

Dessa forma, a carga horária exigida para essas tarefas que complementam o aprendizado costuma ser menor que o total de horas de aulas e bastante parecida com o período de estágio obrigatório que deve ser cumprido para que um universitário se forme.

Qual é a importância delas?

Além de serem um canal diferente para aprender coisas novas, as horas complementares são um contato especial com a sociedade, proporcionando ao estudante entender mais sobre tarefas que certamente vai realizar ao mergulhar de cabeça no ramo de atuação que escolheu exercer. Contudo, existe outro grande motivo para não se esquecer da importância das horas complementares — sem elas, você não terá seu tão sonhado diploma da faculdade em mãos. 

Por ser uma determinação do MEC, os graduandos precisam realizar as tarefas complementares durante o curso, em carga horária específica e que costuma ser informada pelos coordenadores já nos primeiros semestres da sua formação acadêmica.

Assim, todos podem se organizar para cumpri-las. Sabendo disso, já fica a dica: trate as horas complementares com tanta importância quanto os outros trabalhos acadêmicos.

Quais são os principais tipos de atividades complementares? 

Independentemente da área do seu curso superior, existem inúmeras opções de atividades que vão expandir sua bagagem de conhecimentos. E não pense que elas serão complexas ou cansativas. Na verdade, sempre existe alguma alternativa que tem tudo a ver com seu perfil. Veja algumas maneiras diferentes de cumprir esse pré-requisito para se formar na faculdade!

Trabalho voluntário

Se você gosta de ajudar ao próximo, esse é o momento perfeito de fazer o bem a quem precisa e, ao mesmo tempo, utilizar seu empenho em projetos sociais em prol da sua formação profissional.

Além de ser uma forma excelente de se desenvolver como ser humano, o voluntariado é também um jeito eficaz de aprender a trabalhar sua própria comunicação, ter proatividade, lidar com o trabalho em equipe e adquirir segurança para solucionar problemas. Você passa a ter características essenciais para quem pretende ingressar no mercado de trabalho!

Cursos de idiomas 

Aprender inglês, espanhol ou algum idioma do seu interesse pode abrir muitas portas ao longo da sua trajetória profissional. Afinal, falar outra língua faz a diferença na hora de uma entrevista de emprego e abre um leque maior de oportunidades de trabalho no exterior.

Já pensou em trabalhar em uma multinacional? Pois é, isso é possível para quem é bilíngue e tem uma boa formação acadêmica! Então, ao optar por aprender idiomas, seja por meio de um curso online ou presencial, você cumpre suas horas complementares e ainda se certifica de que está investindo em uma carreira muito mais estruturada.

Eventos culturais 

Sabia que muitas coisas que você faz nas suas horas de lazer podem ser consideradas como atividades que agregam conhecimento à sua formação? Pode acreditar!

Desde ir ao lançamento de um livro até assistir a uma peça teatral, as iniciativas culturais e artísticas são importantes na contagem de horas complementares de algumas instituições de ensino. Portanto, se você gostou da ideia, vale a pena entrar em contato com sua faculdade e, assim, saber como contabilizar essas atividades para que elas sejam válidas.

Workshops 

Ainda que não tenha vocação para trabalho voluntário, que não possa investir em um idioma novo agora ou até mesmo se não tiver o hábito de frequentar espaços culturais, você pode aprender muito aproveitando as possibilidades que a universidade certamente já entrega, como workshops direcionados para o seu curso.

Ao fazer isso, além de cumprir as horas complementares, você pode ainda fazer networking, o que ajuda muito quando estiver pronto para ir em busca do seu primeiro emprego.

Palestras 

Sua rotina está muito corrida e mal sobra tempo para pensar nas horas complementares? Não entre em pânico! Mais uma vez, conte com o apoio e o espaço da universidade! Normalmente, as instituições de ensino convidam palestrantes de diferentes setores de atuação ao longo dos semestres e, muitas vezes, essas palestras são gratuitas para os estudantes.

Por isso, ao participar de palestras e debates, você vai consumir conteúdo de qualidade, tornar-se um profissional ainda melhor e, claro, conseguir seus certificados de horas complementares.

Aulas extracurriculares

Talvez você não saiba, mas existem disciplinas na universidade que, por não serem obrigatórias para um determinado curso, contam como horas complementares para aqueles estudantes que decidem fazê-las.

Então, se costuma ignorar as matérias opcionais quando elas aparecem disponíveis no início de cada semestre, o que acha de virar o jogo e usá-las ao seu favor? Consulte as optativas que a sua universidade disponibiliza para seu curso e se matricule em alguma que, além de servir como atividade complementar, também vai contribuir muito para o seu futuro profissional.

Como se programar para cumprir as horas complementares?

Se existe um erro que é cometido por quase todos os universitários, sem dúvidas é deixar as atividades complementares para serem cumpridas somente no último ano ou até nos últimos meses antes das férias. Você também pensou em fazer isso? Ainda há tempo de mudar de ideia!

Ao deixar esse passo tão importante em segundo plano durante os primeiros anos de graduação, você certamente não terá tempo no final para fazer tudo que é preciso — exatamente por também ser a época do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Por isso, o melhor caminho é criar um cronograma e seguir suas horas complementares ao longo da formação.

Assim, é possível aproveitar todas as oportunidades do curso para inserir atividades que vão ser úteis para a sua formação, como participar de projetos voluntários nas férias, fazer aulas extracurriculares em algum semestre específico e realizar tarefas menores em outros momentos.

As horas complementares vão muito além de uma exigência do MEC. Todo esse aprendizado vai retornar para você em forma de experiência, conhecimento e habilidades no currículo! Então, já separe as atividades que pretende fazer e comece a colocá-las na sua rotina quanto antes.

Agora que já sabe como funcionam as horas complementares, o que acha de continuar por dentro de tudo que acontece na vida universitária? Siga a UniCesumar nas redes sociais — estamos no Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e Youtube!

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