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Você já ouviu falar em Iniciação Científica? A querida IC faz parte dos planos dos estudantes que se sentem atraídos pela carreira acadêmica e, por isso, já entram na faculdade pensando no futuro mestrado e doutorado. No entanto, a verdade é que ela é um instrumento de aprendizagem muito interessante para todos os graduandos.

Sim! Mesmo que você tenha objetivos profissionais fora da academia, a IC pode proporcionar uma experiência muito rica na graduação, assim como outros tipos de atividades extracurriculares.

Por isso, acompanhe e entenda melhor do que se trata a Iniciação Científica, suas vantagens e como conseguir uma bolsa para pesquisa!

O que é a Iniciação Científica (IC)?

A Iniciação Científica é um projeto de pesquisa científica feito por estudantes de graduação. A maior parte das ICs feitas no Ensino Superior brasileiro é incentivada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que tem:

  • o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC);
  • o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI).

Normalmente, o projeto de IC é desenvolvido ao longo de 12 meses, com o auxílio de um professor orientador — que pode ou não ser do seu curso ou instituto.

Durante o período do programa, o estudante desenvolve alguma pesquisa acadêmica básica, seja ela teórica ou aplicada, utilizando técnicas e métodos científicos. Na marca de 6 meses, é preciso redigir um relatório parcial do andamento da pesquisa, além de um relatório final ao término do programa.

Ainda, é muito comum que as faculdades tenham eventos para a apresentação do trabalho científico dos estudantes. Nessas ocasiões, graduandos que fazem IC precisam apresentar o projeto desenvolvido, nem que seja parcialmente.

Como é a IC na graduação?

A IC na graduação é uma baita experiência. Caso tenha que passar pela apresentação do projeto, você terá um ótimo treino para defesa de TCC e até mesmo um maior desenvolvimento da inteligência emocional, devido à pressão e às tomadas de decisão necessárias.

Além disso, durante o programa, você aprende todas as etapas de uma pesquisa científica, como:

  • escolha de uma área e subárea de pesquisa;
  • delimitação de problema;
  • formulação de hipótese;
  • levantamento de bibliografia;
  • coleta de dados;
  • análise e interpretação;
  • redação acadêmica.

Passo a passo para fazer IC

Veja só como fazer a Iniciação Científica na graduação:

  1. primeiro, procure a comissão de pesquisa da faculdade para conhecer os programas institucionais de IC e tenha atenção nos editais do CNPq — geralmente, a submissão de projetos ocorre no início do ano;
  2. depois, veja quais docentes da sua faculdade são especialistas em alguma linha de pesquisa que seja do seu interesse;
  3. procure esse professor e fale da sua vontade de fazer IC, comentando sobre suas ideias para um possível projeto;
  4. se o docente topar ser seu orientador, elabore o seu projeto de pesquisa — com resumo, objetivos, justificativa, metodologia, cronograma e outras seções, conforme indicação do edital;
  5. fique atento aos prazos de submissão do seu projeto nos programas de IC e garanta sua vaga.

Pré-requisitos do orientador e do estudante

Também é importante ficar de olho nos pré-requisitos do orientador e do estudante. A CNPq estabelece o seguinte:

  • orientador — ter vínculo com instituição de ensino conveniada ao PIBIC, ter título de mestre ou doutor e ter uma produção científica ativa;
  • estudante — não ter vínculo empregatício, ter matrícula regular em curso de graduação, não ter grau de parentesco com o orientador e ter um currículo Lattes atualizado.

Atenção: esses são só alguns requisitos gerais, viu? Cada programa de IC tem seu próprio edital. Por isso, o melhor a fazer é procurar a comissão de pesquisa da sua faculdade para se informar — ou mesmo o Núcleo de Apoio Integrado (NAI), setor que, entre outras coisas, faz o aconselhamento de estudantes.

Por exemplo, em alguns programas, o aluno precisa ter cumprido pelo menos 20% do currículo do curso. Em outro, o estudante não pode estar no último ano. Às vezes, há um limite máximo de 3 reprovações e assim por diante.

Critérios para seleção dos projetos

De novo: cada edital tem suas particularidades. No entanto, a seleção dos projetos de IC costuma levar em conta:

Quais são as vantagens de se fazer uma IC?

Agora que você já entendeu melhor o que é a Iniciação Científica, deve estar pensando: "mas por que eu teria esse trabalho a mais se não estou dando conta nem das atividades obrigatórias da faculdade?". Pois bem, para ajudar você a ver o lado positivo da IC, confira suas principais vantagens!

Envolver-se com a pesquisa

A IC é um ótimo primeiro contato com o universo da pesquisa científica. Então, o estudante começa a se envolver com o desenvolvimento e a manutenção do conhecimento científico, o que é excelente para seu crescimento pessoal e profissional.

Treinar a redação acadêmica

A Iniciação também serve como um ótimo treino de redação acadêmica. Assim, quando tiver algum trabalho final de semestre ou mesmo na hora do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), você já estará craque!

Embasamento para outros projetos

Você pode aproveitar o tema desenvolvido na IC como base para outros projetos, até mesmo o seu TCC ou monografia. Assim, além de já ter meio caminho andado, o resultado será um trabalho muito mais refinado.

Enriquecimento do Lattes

Até o final do seu curso, você perguntará para si mesmo: "eu estou vivendo ou só preenchendo o Lattes?". Sim, o mais importante e tradicional currículo acadêmico é a preocupação de muitos estudantes de graduação. Com a IC, você já terá um excelente tópico para preencher e deixar seu Lattes turbinado!

Perfil mais cobiçado

Sabia que, de acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), estudantes que fizeram uma Iniciação Científica PIBIC na graduação têm 2,2 vezes mais chances de fazer um mestrado e 1,5 de concluir o doutorado?

Se você tem planos de continuar estudando, não marque bobeira. A IC deixa seu perfil muito mais atraente nos processos de seleção para programas de pós-graduação stricto sensu. E até mesmo no mercado de trabalho, a IC faz bastante diferença no currículo, viu?

Horas de atividades complementares

Por fim, se o seu curso exige o cumprimento de atividades complementares — caso das Licenciaturas —, aqui está a sua solução! Os programas de IC podem render dezenas de horas como atividades complementares.

É possível fazer IC com bolsa?

Sim! A maior parte dos programas de IC oferece uma bolsa de fomento. Afinal, o estudante precisa se dedicar exclusivamente à pesquisa, o que elimina suas chances de trabalhar durante o período do programa.

Normalmente, essa bolsa gira em torno de R$400 e é paga mediante a dedicação mínima de 20 horas semanais ao projeto. Para isso, basta se inscrever em editais com distribuição de bolsas — o próprio PIBIC é assim.

No entanto, se você não conseguir uma bolsa, também dá para desenvolver uma Iniciação Científica voluntária, com as mesmas obrigações e etapas. Apesar de não ter o pagamento mensal, a IC sem bolsa proporciona as mesmas vantagens para a sua trajetória acadêmica.

E aí, conseguiu entender o que é a Iniciação Científica e quais são os primeiros passos para desenvolver uma? Então, mãos à obra! Seja para acumular horas de atividades complementares, seja para enriquecer o seu currículo ou mesmo para ter uma vivência universitária mais ampla, fazer uma IC vale muito a pena!

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