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Imagine que você está no trabalho e precisa desenvolver projeto em equipe. Você fez sua parte, mas sabe de alguém que não colabora, o que prejudica a todos — até porque o prazo está apertado. O que você faz: avisa o gestor e deixa a situação pra lá ou reúne os colegas, expõe os fatos e pede dedicação máxima para entregar no tempo? Spoiler: escolher a segunda opção tem tudo a ver com inteligência emocional.

Optar pela primeira situação pode causar um desgaste desnecessário, ainda mais por envolver o gestor. Já ficar com a segunda opção mostra que você entende como lidar com imprevistos e ainda tem um espírito de liderança aí — até porque uniu o grupo em um objetivo comum. Esse cenário não está restrito apenas ao ambiente de trabalho. Na faculdade também pode acontecer.

A inteligência tradicional, que pode ser medida por meio de testes de QI (sigla para quociente de inteligência) nada tem a ver com a emocional, que você aperfeiçoa ao longo da sua vida. De qualquer maneira, ter essa característica é primordial para se dar bem em sua carreira. Bora entender mais?

Inteligência emocional: será que eu já tenho?

Ninguém é tão perfeito em uma qualidade que não possa desenvolvê-la melhor, isso é certo. Portanto, vale a pena olhar para si com uma boa pitada de autocrítica. Um exemplo: você costuma ter empatia pelas pessoas ao seu redor?

Ao pensar um pouco em suas atitudes, alguns sinais indicam que você tem inteligência emocional, principalmente quando você:

  • garante a paz na turma e ajuda a solucionar tretas entre amigos;
  • entende o lado dos seus pais quando ouve um não (mesmo que deteste isso);
  • evita tomar decisões por estar de cabeça quente;
  • não desconta uma chateação do namoro em sua mãe.

No dia a dia, em qualquer tipo de relacionamento, a inteligência emocional é muito importante para não deixar que você aja impulsivamente e sob efeito do estresse. Mas ela ainda faz muito por sua vida profissional, viu?

Por que a inteligência emocional vai me ajudar a ser bem-sucedido?

Quando você pesa suas emoções e não age no automático, acaba melhorando demais o ambiente de trabalho e isso se reflete em alguns pontos, como você vê a seguir.

1. Desempenho profissional

Muita gente compromete seu rendimento no trabalho porque passa tempo demais reclamando de um problema em casa, conversando em aplicativos de mensagem ou mesmo vendo as redes sociais. Isso mostra falta de equilíbrio. Uma pessoa assim tem dificuldades em focar no presente.

Quando você está no trabalho e volta sua atenção às tarefas que precisam ser executadas, consegue agir mais rapidamente e fica mais fácil cumprir metas e subir, degrau por degrau, até seu cargo dos sonhos.

2. Desenvolvimento da liderança

Aqui, vale ressaltar que ser líder é diferente de ser chefe. Um chefe é aquele cara que toca o terror nos colaboradores, jamais ouve ideias alheias e monopoliza as decisões. Um líder, não: ele ouve e inspira os funcionários, além de saber que, quando alguém faz seu melhor, todos crescem juntos.

As empresas sabem que precisam de líderes para que seus colaboradores estejam sempre engajados — por isso, alguém sem inteligência emocional não vai conseguir se dar bem em um cargo de liderança.

3. Empatia com colegas

Voltamos à arte de se colocar no lugar do outro, o que vale para líderes ou não. Existem inúmeros jeitos de fazer uma crítica construtiva e você só entende qual é a melhor forma quando faz o exercício de pensar “será que se eu falar assim vai ficar mais claro e menos chato?”. Pensar antes de falar é ouro!

4. Automotivação

Faça as tarefas com foco em seus objetivos próprios — não para agradar ou impressionar alguém. A satisfação é pessoal. Se você coloca seu sucesso na mão de outra pessoa, está tirando de si as responsabilidades e nem sempre isso dá resultado positivo.

5. Poder de influência

Pessoas com inteligência emocional costumam ter muito poder de persuasão. O motivo? Elas sabem como ninguém balancear argumentos lógicos e emocionais e acabam tomando decisões acertadas, que servem de inspiração a outras pessoas.

Nesse caso, a influência é super do bem. Nada a ver com manipulação, que usa apelos emocionais para se conseguir o que quer do outro. Com certeza você já conheceu alguém que faz chantagem emocional para ter mais prazo em um trabalho, certo? Ou seja, completamente diferente de quem aponta os motivos convincentes e justos para ter mais tempo (fim de semestre, trabalho etc.).

6. Capacidade de tomada de decisão

Tomar uma decisão pode ser complicado quando se é um líder ou precisa escolher em nome de várias pessoas. Assim, ouvir opiniões diferentes acaba mostrando qual o melhor caminho e deixa todos satisfeitos com a escolha.

No trabalho, você deseja ser um líder, certo? Então, vale a pena ouvir seus colegas para se guiar. Claro que abraçar o cargo de liderança não significa agradar a todos o tempo inteiro, mas sim tomar as decisões de forma consciente.

7. Relacionamento interpessoal

Ser uma pessoa que sabe ouvir é o melhor caminho para se relacionar bem. Imagine aquela pessoa que só fala de si: ninguém aguenta ficar perto dela muito tempo, não é mesmo? Por isso, preste atenção em suas conversas.

O caminho é simples: ouvir para ser ouvido. Ter um bom relacionamento interpessoal é fundamental para garantir um networking satisfatório, tanto em sua empresa (ou futura empresa) quanto com outras companhias.

Como faço para desenvolver essa qualidade?

É completamente possível desenvolver a inteligência emocional ao longo da vida toda, desde que você preste atenção a alguns pontos, como:

  • pesar as emoções: tenha equilíbrio ao lidar com elas. Dias ruins fazem parte da vida, mas não duram para sempre. Em compensação, os momentos felizes precisam ser vividos sem se preocupar em quanto vão acabar. Viva o presente;
  • refletir sobre os problemas: um relacionamento amoroso não deve ser um empecilho para seus estudos. Assim como uma briga em casa não deve deixar você de mau humor com seus amigos. Resolva as relações e não fique carregando dores para outros círculos;
  • assumir a culpa: já reparou no tanto de gente que é escorregadia? Aparece um problema e esse tipo sempre escapa da culpa. Quando algo der errado e você tiver uma parcela de responsabilidade, assuma, aprenda e bola pra frente!

A terapia é um ótimo apoio, inclusive! Recorrer à ajuda de um profissional pode dar a você mais equilíbrio, isso porque conversas com psicólogos são um caminho certo para o autoconhecimento.

Em uma entrevista de trabalho, quando você e o outro candidato são igualmente competentes, a inteligência emocional pode ser o fator decisivo, ou seja, ela consegue influenciar em sua carreira e dar uma grande ajuda. Além disso, pode ser o que que vai ajudar você em alguma promoção futura. Por isso, vale a pena olhar para si mesmo e tentar aperfeiçoar essa característica tão requisitada no mundo corporativo!

Agora que você já viu o quanto a inteligência emocional faz a diferença, que tal ler sobre as características profissionais mais valorizadas no mercado de trabalho?

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