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Em uma série em que tantos personagens lutam e até morrem na tentativa de conquistar o tão sonhado trono de ferro e o domínio dos Sete Reinos, é natural que encontremos uma variedade de lições de liderança.

A série tão aclamada do HBO trabalha muito essa questão. Tanto entre os que lutam pelo trono quanto os que foram envolvidos involuntariamente no conflito, há metáforas que podem ser aplicadas ao mundo dos negócios. Alguns personagens se destacam por demonstrarem diferentes estilos de liderança, visão estratégica, modelos de gestão de pessoas, entre outras questões.

Por isso, não poderíamos deixar Game of Thrones terminar sem explorar um pouquinho esse universo e mostrar habilidades e estratégias fundamentais para se destacar no mundo dos negócios. Ficou interessado? Venha conosco a Westeros e aprenda com os personagens da série!

1. Ned Stark: coragem sem visão estratégica

Ninguém tinha dúvidas de que Ned Stark era honesto, justo e honrado. Ele lutou ao lado de Robert Baratheon e ajudou a acabar com o reinado dos Targaryen. Foi o protetor do Norte e manteve a paz e a lealdade de toda sua região à coroa durante anos. Demonstrou coragem não só na batalha, mas também ao assumir a função de Mão do Rei em um momento delicado.

Porém, o que Ned tinha em lealdade, faltava em visão estratégica. Ele começou a investigar praticamente de forma ostensiva a verdadeira paternidade dos filhos de Cersei. Diante da morte de Robert, buscou rapidamente o contato com Stannis e tinha a clara intenção de tirar a coroa dos bastardos para entregá-la ao irmão do rei. Tudo isso não poderia terminar de outra forma: acusação de traição, morte e início de uma guerra que não terminou até agora!

Portanto, Ned Stark ensina que é fundamental ter visão estratégica. Isso não significa perda da lealdade, mas a capacidade de apurar adequadamente os fatos, articular soluções e esperar o momento certo para agir. Isso é fundamental para não colocar o próprio pescoço em risco e, às vezes, levar a empresa a uma situação pior que a atual.

2. Cersei: visão estratégica sem escrúpulos

Se por um lado faltava visão estratégica a Ned Stark, ela sobra em Cersei. Ela aprendeu com o pai a antecipar as situações e, como em um jogo de xadrez, parece estar sempre dois ou três passos à frente dos adversários. Nem mesmo as perdas que sofreu ao longo da trajetória fizeram com que ela se desviasse de seu objetivo.

Porém, sua falta de escrúpulos é ainda maior que sua visão estratégica. Ela não se importa em atropelar as pessoas ou mesmo prejudicar inocentes para ter sucesso. Odiada pelo povo e por diversas das famílias mais poderosas de Westeros, ela se mantém no poder apenas pela força e pelo dinheiro — ou seja, uma situação insustentável a longo prazo.

3. Sansa: crescimento a partir das adversidades

Sansa começou a série como uma menina fútil, que se importava mais com os bordados do que com a situação do reino. Seu desejo era ser rainha, mas sua estada em Porto Real mostrou que ela não passava de uma garota ingênua e iludida.

No entanto, as adversidades transformaram a personagem. Apesar do sofrimento, ela permaneceu no palácio após a execução do pai, jurando lealdade ao rei. Também aceitou deixar de ser a noiva de Joffrey e se casar com Tyrion, como foi exigido. Sua aparente submissão às condições que foram impostas salvou sua vida.

Porém, a evolução da personagem não para por aí. Sua convivência com Mindinho fez com que perdesse sua ingenuidade, mas disfarçando extremamente bem seus reais pensamentos. Também aprendeu a ter coragem para fugir de Winterfell no momento exato em que sua vida estava em risco devido à perversidade de Ramsey Bolton.

Como Lady of Winterfell, Sansa é uma líder que participa das decisões. Ela não tem medo de expor suas posições, mesmo que elas sejam contrárias às expectativas de outros líderes locais ou mesmo de seu irmão, Jon Snow.

4. Jon Snow: o líder que participa da batalha

Ele não pretendia ser líder e, talvez por isso, continue tão próximo de seus liderados. Jon Snow não é o comandante que dá ordens e fica observando — ele faz. Foi assim que aceitou se encontrar com Daenerys Targaryen, enfrentou os White Walkers com um pequeno grupo e depois foi pedir ajuda a Cersei. Essa é uma das principais características que faz com que seja aclamado pelas pessoas e gere uma submissão espontânea.

No entanto, essa presença constante junto aos liderados nem sempre é exatamente uma vantagem. É importante dosar as atividades para que o aspecto operacional não se sobreponha ao papel estratégico do líder. Em outras palavras, é se envolver, mas sem colocar sua verdadeira responsabilidade de condução da organização em risco.

5. Daenerys Targaryen: o líder que agrega pelos valores

Daenerys é uma rainha que não tem escravos. Ela é cercada por pessoas que a servem voluntariamente devido aos valores que propaga — quer deixar como legado um mundo melhor e, para isso, dá liberdade de escolha. Dessa forma, conseguiu reunir uma cúpula, um povo e um exército altamente diversificados, que contém nobres de Westeros, imaculados e dothrakis, além de habitantes de outras cidades conquistadas.

Embora às vezes tenha atitudes surpreendentes e assustadoras, Daenerys também tem outra qualidade: ela não tem medo de mudar de opinião e ouve seus conselheiros. Foi assim por diversas vezes, desde quando aceitou Tyrion em sua corte, ao perdoar Jorah Mormont e ao refletir sobre a posição dele a respeito de Tyrion e Sansa. Assim, por mais que cometa alguns erros, ela sempre está disposta a agregar a experiência de outros para tomar decisões racionais, justas e estratégicas.

6. Tyrion Lannister: a estratégia acima da força

Não poderíamos terminar este post sem falarmos de Tyrion Lannister. Sua condição física foi praticamente uma maldição que o tornou subestimado pela família, odiado pela irmã e desprezado pelo próprio pai, que estava a ponto de deixá-lo morrer por um crime que não cometeu.

Além disso, suas próprias características de personalidade faziam com que as pessoas não o levassem a sério. Seu gosto natural pela bebida e pela farra não deixava que as pessoas percebessem que havia ali um ser humano sensível, inteligentíssimo, com visão organizacional e altamente estratégico. Talvez ele tenha sido o personagem mais surpreendente da série.

Tyrion é um excelente argumentador e negociador. Ele tem coragem para desafiar determinadas posições de Daenerys e faz com que a rainha perceba que o confronto de ideias não é uma traição, mas a ferramenta mais efetiva que ela possui para se tornar a melhor monarca dos Sete Reinos — e que a adulação inconsequente é um verdadeiro risco. Sua posição não é atribuída, é conquistada por seu conhecimento e sensatez.

Porém, Tyrion tem um ponto cego: sua família. Ele não consegue deixar de sentir a necessidade de poupar seu irmão, o único que lhe devotou alguma simpatia ao longo da vida. Também se deixou enganar por Cersei ao acreditar que ela se uniria a eles na luta contra os White Walkers.

Um fato é inegável: além de atrair milhões de espectadores e fãs, Game of Thrones ensina muitas lições de liderança e mostra que cada pessoa tem seus pontos fortes e fracos. Além disso, o mundo dos negócios é como Westeros: "ou sua empresa vence ou morre". Portanto, é essencial que o líder busque aperfeiçoamento constante para vencer as próprias falhas e enfrentar os desafios de um mercado cada vez mais competitivo.

E então, gostou do post? Quer ter acesso a outros conteúdos para melhorar suas habilidades na liderança? Curta nossa página no Facebook para acompanhar nossas publicações!
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