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Uma faculdade de qualidade, que oferece uma formação sólida e conceituada: esse é o sonho de consumo de quase todos os estudantes. E não é para menos — afinal, dela depende a construção de um futuro profissional de sucesso. Por isso, é muito importante analisar a instituição de ensino que, além de oferecer um bom custo-benefício, tenha excelência no ensino, algo essencial para sua colocação no mercado de trabalho.

Uma maneira de facilitar esse processo é conhecendo a nota do MEC, já ouviu falar? Ela consiste em uma classificação atribuída pelo Ministério da Educação. Todas as instituições de Ensino Superior, sejam elas públicas ou privadas, são avaliadas de acordo com os critérios que analisam o grau de qualidade dos cursos disponibilizados.

Se você não sabe como funciona essa avaliação e qual a importância da nota do MEC, não precisa se preocupar! Ao longo deste post, explicaremos tudo que é importante saber para que você entenda quais são esses critérios e como eles influenciam no ensino que é oferecido em cada faculdade. Não perca!

Como é calculada a nota do MEC?

A nota estabelecida pelo MEC é resultado de uma avaliação feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep — órgão vinculado ao Ministério da Educação. Essa análise é feita de acordo com 3 principais indicadores de desempenho: o ENADE, o Conceito de Curso e o Índice Geral de Cursos da Instituição. Vamos conhecê-los melhor, a seguir!

ENADE

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) é uma prova obrigatória aplicada aos estudantes que estão concluindo a graduação. Por meio do exame, é possível avaliar o grau de absorção dos conteúdos, o que permite analisar se os estudantes desenvolveram, ao longo do curso, as habilidades e as competências necessárias para a formação.

A cada ano, o Inep e MEC definem quais áreas do conhecimento serão avaliadas pelo exame, o que abrange todos os cursos pertencentes às áreas determinadas. Por conta disso, cada curso será convocado a participar do ENADE a cada 3 anos e cabe ao coordenador de curso a tarefa de inscrever os estudantes no processo de avaliação.

Após a aplicação das provas, que devem ser feitas por todos que foram inscritos, o Inep utiliza o desempenho geral dos participantes para calcular o “Conceito ENADE”. Esse é um critério que indica o grau de qualidade do curso, no qual as notas variam de 1 a 5. Quanto melhor for o resultado dos estudantes, maior será esta nota.

Conceito de Curso

O segundo critério levado em consideração para a avaliação das instituições é o Conceito de Curso (CC). O cálculo do CC é realizado a partir da nota obtida pelos estudantes no ENADE e, também, utilizando dados técnicos da instituição, como infraestrutura e formação de professores.

A partir da análise, o MEC atribui anualmente a nota de CPC (Conceito Preliminar de Curso), que também varia de 1 até 5. Quando um curso atinge uma nota muito baixa, variando entre 1 e 2, a universidade recebe obrigatoriamente uma visita técnica do Ministério da Educação, de forma que haja uma análise mais precisa, que resultará no CC.

Por outro lado, os cursos que obtiverem as maiores notas (a partir de 3), podem decidir se desejam ou não a visita dos técnicos. Caso não haja a visita, a nota final será o Conceito Preliminar do Curso. Do contrário, se a instituição optar pela avaliação técnica, haverá a nota do CC, que será oficializada pelo MEC.

Devido a todos esses aspectos, a nota que uma instituição obteve no Conceito de Curso nem sempre será igual ao Conceito Preliminar de Curso, visto que a análise local realizada pelos técnicos pode resultar em uma nota mais baixa ou mais alta do que a obtida somente por meio do CPC.

Índice Geral dos Cursos

O Índice Geral dos Cursos (IGC) é calculado todos os anos a partir da média dos 3 últimos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs). Além disso, considera outros aspectos, como a média obtida pelas avaliações dos programas de pós-graduação e distribuição dos estudantes entre as modalidades de graduação e pós-graduação.

Por conta disso, é o índice mais completo para análise institucional. Sendo assim, acaba representando a nota final do MEC. Da mesma forma que as avaliações anteriores, o IGC também tem uma classificação de 1 a 5, sendo que, quanto mais alta for a nota obtida, melhor é a qualidade oferecida pela instituição de ensino.

Qual a importância da nota do MEC?

Para que uma instituição possa oferecer cursos de Ensino Superior que realmente supram as necessidades dos estudantes e do mercado de trabalho, é preciso que ela atenda a alguns requisitos relacionados à estrutura do local — e, é claro, que ofereça um ensino de qualidade, adequado às exigências de cada área de atuação.

Por meio de alguns critérios, a nota do MEC avalia se as instituições oferecem tudo que é necessário para seus estudantes: instalações adequadas, equipamentos em bom funcionamento, recursos utilizados durante as aulas e a quantidade de professores com mestrado e doutorado. Além disso, a absorção dos conteúdos também é um critério de avaliação.

Como saber a avaliação de cada faculdade?

Na maioria das vezes, as próprias instituições disponibilizam dados referentes às avaliações feitas pelo Ministério da Educação. Ainda mais se recebem as notas mais altas. É possível conhecer a classificação geral das universidades a partir do número de estrelas que cada uma apresenta. Uma instituição que tem 4 estrelas, por exemplo, está no Grupo de Excelência do MEC.

Porém, caso não encontre essa informação no site da universidade ou se estiver em busca de dados mais detalhados, você pode acessar o site do MEC. É bem simples: por meio de uma consulta textual, você poderá saber as pontuações atingidas por cada curso em todos os índices que são analisados.

Agora que você tem todas essas informações, fica mais fácil decidir qual faculdade oferece um ensino mais adequado às suas necessidades e recursos suficientes para sua formação.

Quer ajudar seus amigos e conhecidos que estão em dúvida sobre o local onde pretendem estudar? Compartilhe esse post nas suas redes sociais!

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