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"Meu filho, você não é todo mundo". Sua mãe disse isso quando você era pequeno? A do Arthur cansou de repetir essa frase, já que ele sempre escorregava na procrastinação. Deixava tudo para a última hora e, quando os amigos estavam começando as brincadeiras, ele ainda estava na metade de suas tarefas.

Dizem que mãe é tudo igual e só muda o endereço, não é mesmo? E a do Arthur, a Dona Lucinha, é o pacote completo desde a infância do menino: pedia para arrumar o quarto, determinava horário para os estudos, mandava lanche caseiro para a escola e chorava nas apresentações de final de ano. Uma fofa.

Bom, pelo menos até o dia que ela achou que o Arthur tinha que se virar sozinho — afinal, ele havia se tornando um universitário! E foi aí que ele viu que Dona Lucinha ia fazer falta.

Venha conhecer a história do Arthur!

Arthur: o orgulho da mamãe

Apesar de sempre fugir das tarefas escolares e precisar que sua mãe corresse atrás dele para estudar para as provas, Arthur era um bom aluno. Sua trajetória escolar o ajudou a entrar na faculdade logo na primeira tentativa.

Arthur tinha muito orgulho do seu desempenho acadêmico. Sempre encontrava uma maneira de ostentar que, apesar de não ter estudado para uma prova, tinha acertado tudo. Quem nunca, não é mesmo?

Nessa onda de entusiasmo, interesse pelas matérias do curso de Engenharia, novos amigos, oportunidades de aprendizagem e até estágio, Arthur estava nas nuvens e era o orgulho da mamãe.

Procrastinação: descendo ao fundo do poço

Então, vieram os churrascos da turma e os passeios com a namorada, algumas matérias que não eram tão interessantes como as outras, os exercícios de cálculo que não fechavam, a carga horária do estágio que tomava algumas horas da rotina do Arthur e, claro, um pouco da sua energia.

Tudo aquilo era tão novo para o Arthur e os compromissos da vida social, universitária e profissional se amontoavam tão rapidamente que ele não conseguia gerenciar. Oh, saudades da Dona Lucinha!

Mas, em vez de tentar organizar a vida, Arthur fez o que muitos estudantes nessas situações fazem: sentiu que o peso estava grande demais e que ele merecia, ao menos um pouco, se desconectar e deixar as resoluções para depois.

E foi justamente nesse ponto que a procrastinação levou Arthur lá para o fundo do poço.

Fundo do poço: o que é, como se forma e quais animais que nele habitam

É muito comum que mudanças de vida, como ingressar na faculdade, nos deixem animados e curiosos para viver cada novidade. Mas, com o tempo, se as novas obrigações não são organizadas e planejadas, se acumulam e parecem impossíveis de serem realizadas.

Foi assim que Arthur sentiu. Ora ele se permitia esquecer de tudo porque estava cansado, ora olhava o que estava por fazer e se sentia incapaz.

Acredite, esse vai e vem de sentimentos provoca confusão e fadiga emocional bem difíceis de se conviver. Lá no fundo do poço da procrastinação, Arthur viu que:

  • as matérias que ele precisava estudar estavam acumuladas e até aquelas de que ele mais gostava estavam parecendo chatas — ou seja, estava perdendo o prazer nos estudos;
  • com todas aquelas coisas por fazer, se via obrigado a abrir mão de novas oportunidades de capacitação, como os cursos, palestras e outros projetos internos da faculdade de que ele sempre quis participar;
  • os outros colegas davam conta do recado e isso o deixava frustrado. Sentia-se inferior, culpado de todas as dores do mundo e cada vez mais desanimado;
  • suas notas já não estavam no padrão "orgulho da mamãe". Para falar a verdade, estava brigando no limite para não perder o semestre — e, claro, sua autoestima agora estava abalada;
  • os sentimentos de frustração, culpa e tristeza estavam tomando conta da sua vida. Então, ele não conseguia prestar atenção nas aulas e não rendia bem no estágio.

Para ficar claro para você e o Arthur, preguiça e procrastinação não são a mesma coisa. A primeira é a falta de vontade de realizar determinada tarefa, sem que isso cause algum sentimento de remorso.

Já a procrastinação é uma forma que criamos para adiar situações de estresse ou desagrado que a execução de uma tarefa pode causar. Nesse comportamento de fuga, ao contrário da preguiça, o sentimento de culpa se instala completamente — afinal, o procrastinador tem consciência de que aquilo só piora sua situação.

Dona Lucinha: o retorno

No caso do nosso amigo Arthur, ele se encontrava encrencado e triste. Entendia que estava procrastinando suas tarefas e que precisava enfrentar aquela situação, mas não sabia o que fazer.

E agora, quem poderá me defender? O Chapolin Colorado não era uma opção, assim como nenhum outro herói, a não ser o próprio Arthur. Só que ele não sentia isso. Foi quando as palavras de Dona Lucinha novamente ecoaram na sua cabeça:

Se correr, é pior!

OK, ok. Ela dizia isso quando o Arthur, ainda criança, tinha feito alguma bagunça e ela estava a sua procura para aplicar um belo castigo. Mas, naquele momento, fez todo o sentido também.

Reação: saindo do fundo do poço para nunca mais voltar

Além de lembrar as pérolas que sua mãe dizia na sua infância, também começou a pensar sobre como ela organizava uma rotina para suas tarefas. Na época, ele achava tudo aquilo muito chato, mas, agora, começava a sentir uma vibe #AmoMuitoTudoIsso. Resolveu tentar essa e outras mudanças de atitude.

1. Estabelecer prioridades

Quando existem muitas tarefas a serem resolvidas, fica difícil saber por onde começar. Então, o primeiro passo é criar um esquema de prioridades, definir critérios que vão ajudar na classificação de quais serão realizadas primeiro.

Por isso, é bom considerar se elas possuem data de vencimento, como elas podem comprometer a evolução, por exemplo, o trabalho que vale muitos pontos etc.

2. Dividir tarefas em partes menores

Depois de definir prioridades e organizar quais são as mais urgentes, dividir cada uma delas em etapas ajuda a encará-las mais facilmente. Em vez de monstros, filhotinhos de monstros mais fáceis de serem combatidos. Faz sentido, não é?

3. Estabelecer recompensas

Dividir as tarefas fará com que o sentimento de postergar desapareça, uma vez que o estresse de realizar tarefas menores é muito menor.

Então, aqui vai uma mudança de atitude para deixar de combater apenas a procrastinação e começar a potencializar sua motivação: crie recompensas para cada uma de suas vitórias. Isso vai trazer um novo sentimento de satisfação e, em vez de querer atrasar suas execuções, vai querer realizar cada uma delas para ganhar seus prêmios.

4. Criar uma rotina

As medidas iniciais vão ajudar a resolver todas as pendências que estavam acumuladas por conta da procrastinação. Então, o momento seguinte vai criar mecanismos para evitar que isso aconteça novamente.

Criar uma rotina, por exemplo, vai ajudar a definir um horário para cada um de seus compromissos, inclusive os sociais. A vida precisa desse equilíbrio entre estudos, profissão, família, amigos e hobbies para ser alegre.

5. Usar aplicativos

Para ajudar a controlar a rotina e o desempenho com as tarefas, também é legal usar a tecnologia. Existem aplicativos para organização de agendas que permitem criar categorias e estabelecer prioridades. Outros cronometram o tempo de concentração para não permitir distrações nas horas mais produtivas.

Para lidar com a procrastinação, muitas vezes é preciso mudar os estímulos e estratégias. Arthur ainda teve que fazer alguns ajustes nos seus hábitos para se manter ativo e organizado com suas tarefas. Mas, sim, ele voltou a ser o orgulho da Dona Lucinha, a amar o que fazia e a estudar. Isso é um bom final feliz, não é mesmo?

O mais interessante é que essa história e os desafios da procrastinação acontecem em vários lares da vida real. Ou seja, #TamoJunto nessa jornada e precisamos compartilhar boas dicas, não é mesmo? Então, faça isso agora mesmo, não procrastine! Use suas redes sociais para essa mensagem chegar aos amigos e familiares!

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