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Se você está em dúvidas em relação a qual profissão seguir, mas já cogitou ser um psicólogo, então precisa conhecer um pouco mais sobre quais são as áreas em Psicologia e como elas podem ser encantadoras. Afinal, ajudar ao próximo a se sentir bem consigo mesmo é gratificante.

Por outro lado, também é instigante. Quando você acompanha algum seriado ou filme, por exemplo, fica se perguntando quais os fatores que levaram as pessoas a determinado comportamento? Fica curioso para saber mais a fundo a história dos personagens para desvendar seus mistérios?

Ficou curioso para saber do que estamos falando? Então continue a leitura deste post. Descubra mais sobre a profissão, o mercado de trabalho, os segmentos em que você pode atuar e, é claro, se você tem o perfil de psicólogo. Acompanhe!

O que faz um psicólogo?

Independentemente de quais áreas da Psicologia em que atue, o psicólogo pode ser definido como o indivíduo que estuda a mente humana e o seu comportamento, identificando os problemas relacionados a essas questões.

O objetivo principal é ajudar o paciente a resolver essas questões internas, proporcionando mais qualidade de vida ao se relacionar com seus familiares, amigos e meio social em geral.

O curso de Psicologia é indicado para aquelas pessoas que demonstram interesse em investigar o comportamento humano, são observadores e gostam de analisar as relações entre os seres humanos e o meio em que vivem — seja no dia a dia ou pela televisão, como citamos anteriormente. É o seu caso?

Como é o mercado de trabalho na área de Psicologia?

O mercado de trabalho é bastante amplo e com boas oportunidades, já que são muitas as áreas de especialização. Se em outras profissões você vê o fantasma da crise econômica ser citado, isso não acontece com a Psicologia. A procura continua alta, tanto no setor público, quanto no privado.

Por outro lado, há diversos psicólogos ativos no mercado e a cada ano formam-se ainda mais profissionais. Como o leque de atuação é muito maior que a área clínica, muitos deles trabalham de maneira autônoma, isto é, sem vínculo empregatício.

É claro que, seja qual for sua opção, qualificar-se profissionalmente reflete nas possibilidades de exercer as atividades relacionadas à formação que você escolheu. Então, quando escolhe um curso, já precisa estar ciente que a formação não termina no diploma.

O ideal é continuar se qualificando, realizando novos cursos e, assim, desenvolvendo-se dentro da área que escolheu para atuar.

É possível atuar além da clínica?

O fato é que, quando pensamentos na figura do psicólogo, a primeira coisa que nos vem à cabeça é o consultório, o divã e a terapia. Paciente chorando, lencinho para enxugar as lágrimas e todos aquelas situações que costumamos ver nos filmes e seriados.

Entretanto, a clínica é apenas uma das áreas de atuação. Como relatamos no tópico anterior, a Psicologia conta com várias possibilidades para atuação.

O termo Psicologia Clínica apareceu pela primeira vez no século 19 e era destinado ao tratamento de crianças com deficiências físicas e mentais. Naquela época, considerava-se a doença mental similar à doença física.

É óbvio que o trabalho realizado nas clínicas não era nada parecido com o de hoje em dia. Na realidade, era mais direcionado para o diagnóstico e tratamento de crianças com problemas de comportamento e aprendizagem, transformando-se no que hoje é a psicologia escolar. Você vai ler mais sobre ela nós próximos parágrafos.

Nesse sentido, podemos dizer que a Psicologia é uma formação com múltiplas ações, recomendada para quem pensa no futuro e deseja ter várias opções de escolha antes de se fixar em uma única especialidade.

Quais são as principais áreas de atuação desse curso?

As áreas em Psicologia que vão além do atendimento clínico são diversas e propõem auxiliar pessoas de todas as idades, em várias situações, locais e contextos. Com essa variedade em especializações, o ideal é que cada profissional escolha um ou mais campos para investir na sua formação, sempre pensando o que quer para o futuro.

Afinal, as formações complementares não servem apenas para abrir o leque de oportunidades, mas também para renovar e turbinar o conhecimento adquirido na faculdade. Conheça agora 9 dessas áreas!

1. Psicologia organizacional

Se a sua praia é o mundo empresarial, mas está com uma quedinha pela Psicologia, saiba que é possível unir o útil ao agradável. De que maneira? Especializando-se em Psicologia Organizacional!

O profissional que atua nesta área utiliza as técnicas da Psicologia Organizacional, ou seja, de questões que envolvem o trabalho. Inclusive, é requisito nos processos de recrutamento, seleção de novos colaboradores, treinamento e desenvolvimento de equipes de alto nível, além de compor o setor de Recursos Humanos ou Departamento Pessoal no geral.

As empresas buscam por um psicólogo com o objetivo de promover um ambiente saudável de trabalho, cuidando de aspectos como a integração de recém contratados, o clima entre as equipes, a organização do espaço e até mesmo assuntos mais delicados, como o desligamento de algum colaborador.

2. Psicologia hospitalar

Parece meio óbvio que um hospital seja um ambiente em que a figura do psicólogo seja obrigatória, não é mesmo? Afinal, lá se encontra um grande número de pessoas fragilizadas, seja pela própria doença ou por terem uma relação bastante próxima com o enfermo.

Mas os atendimentos não são exclusivos aos pacientes e seus acompanhantes. Às vezes, os próprios profissionais que lidam com aquela rotina precisam de um apoio. O ambulatório, as UTI's, as enfermarias, o pronto-socorro e os centros cirúrgicos, no pré e no pós operatório, são locais que em que a presença do psicólogo é muito bem-vinda.

Dentro da psicologia hospitalar, há também a terapia do luto — mais uma área em psicologia que o profissional pode se especializar. O trabalho é bastante sensível e sério. Pode ser realizado em clínicas ou em locais como os hospitais do câncer, especialmente nos casos de tratamento do câncer infantil e hospitais infantis.

O profissional também pode coordenar grupos de apoio, dar treinamento para os funcionários, realizar intervenções clínicas, atendimentos e atividades que promovam o bem-estar e restabelecimento da saúde de pacientes e familiares.

3. Psicologia educacional

Tão apaixonante quanto a área de Psicologia é a de Educação. O psicólogo que decide se especializar em Psicologia Educacional ou Escolar tem a sua atuação baseada na melhoria do desempenho dos alunos — seja ele da educação infantil, fundamental, ensino médio ou até mesmo no âmbito acadêmico.

Além disso, esse profissional auxilia professores e demais membros de instituição a solucionar os problemas de aprendizagem encontrados no dia a dia, orientando essas pessoas e ajudando-as a compreender cada caso individualmente.

O psicólogo também está habilitado a aplicar testes relacionados à capacidade de memória, atenção e concentração, além de conversar com os pais e responsáveis, atender aos demais funcionários da escola e auxiliar no planejamento escolar para portadores de alguma demanda em especial.

O atendimento aos estudantes também é uma prática bastante comum e algumas instituições podem até mesmo disponibilizar testes vocacionais para orientação da carreira. Se a sua escola disponibiliza esse profissional, que tal investigar o trabalho dele? Temos certeza que ele vai adorar compartilhar um pouco da rotina com você!

Ainda dentro da Pedagogia escolar, você pode encontrar especializações em dois sentidos, que vamos listar a seguir. Não perca!

3.1 Psicopedagogia

O psicopedagogo é aquele profissional que investiga e faz intervenções, caso necessário, em processos de aprendizagem, detectando as dificuldades apresentadas pelos alunos e auxiliando na busca de mecanismos para contornar ou amenizar esses desencontros.

Dessa forma, todos podem seguir com seus estudos, recebendo o melhor apoio para suas limitações. Imagina que legal ser responsável pela redução das desistências e do fracasso escolar? Afinal, dizem que a revolução começa na Educação, certo?

3.2 Psicomotricidade

Quando se trata do desenvolvimento dos seres humanos em idade escolar, não é só o cérebro e os aspectos intelectuais que fazem parte da jogada. Também temos os aspectos da psicomotricidade, ou seja, dos movimentos do corpo relacionados ao sistema nervoso e que não podem ser ignorados!

O psicólogo especialista em psicomotricidade auxilia os estudantes com dificuldades em se desenvolver por meio da prevenção e da reabilitação, participando do planejamento feito pelas clínicas de atendimento especializado e realizando diagnósticos.

E, se estamos falando de Educação, é claro que esse profissional pode e deve ser ativo dentro da escola, orientando o corpo docente e demais profissionais sobre as questões da psicomotricidade e acompanhando a evolução dos estudantes.

4. Psicologia Esportiva

O 7x1 da Alemanha em cima do Brasil na Copa do Mundo de 2014 deixou mais marcas do que corações feridos — e, é claro, alguns memes usados até hoje. Na época, muito foi falado a respeito da falta de um psicólogo esportivo para atender a equipe do Brasil. Inclusive, virou tema de reportagem ao descobrirem a falha nesse investimento quatro anos depois.

O psicólogo do esporte busca desenvolver um trabalho com equipe técnica, o próprio técnico e os atletas, orientando em questões como rendimento, foco, medo ou ansiedade, entre outras.

Além de promover a saúde mental, maior rendimento e performance para equipes dos mais variados esportes, pode ainda trabalhar com uma espécie de consultoria familiar. Isso mesmo! Alguns pais procuram a ajuda de um psicólogo para receber orientação sobre a atividade física ideal para os filhos, estendendo esse trabalho até a postura dos familiares em relação aos treinos e competições do pequeno atleta.

5. Psicologia Social

Para quem gosta de lidar com populações marginalizadas e excluídas, a Psicologia Social pode ser uma boa opção. Aqui, o profissional atua com a realização de pesquisas sobre a relação do cidadão com a sociedade, dentro das penitenciárias ou asilos.

O resultado dá uma bela investigação acadêmica e a partir daí, pode ser construída uma formação bastante sólida em docência do ensino superior e pesquisa científica!

Mas é claro que, ao lidar com pesquisas, você não precisa se limitar aos espaços acadêmicos. A atuação em agências de publicidade ou ONG's são bastante apreciadas para que os frutos dessa análise sejam transformados em campanhas de sucesso, ou ações para comunidade e movimentos sociais.

6. Psicologia do trânsito

Se você está pesquisando sobre o seu futuro profissional faz um tempinho e já sentiu que pesquisar é a sua praia, a psicologia do trânsito pode ser uma área bastante interessante para você!

Você já tirou a sua carta de habilitação ou sabe como funciona esse processo? O teste psicotécnico é aplicado e avaliado por nada mais, nada menos que os psicólogos. Mas se estamos falando em pesquisa, o trabalho desse especialista vai um pouco além.

Os estudos podem se transformar em ações educativas para a comunidade, centros de formação de condutores e as equipes do Detran. Também é possível investigar sobre o comportamento de condutores de veículos, motociclistas, pedestres e ciclistas, para resultar em uma medida socioeducativa a ser aplicada em espaços urbanos, empresas e escolas.

Os profissionais podem, ainda, estudar sobre os efeitos causados pelo consumo de drogas ilícitas ou lícitas, como o álcool e alguns medicamentos em diversas situações envolvendo o trânsito.

7. Psicologia Clínica

A especialidade mais popular de todas as áreas em Psicologia não poderia ficar de fora da nossa lista. O psicólogo clínico, popularmente conhecido como terapeuta, é o profissional que ouve os pacientes para auxiliá-los nos processos de compreensão, prevenção e alívio do sofrimento que tenha origem psicológica.

O atendimento pode ser individual, mas também existe a modalidade familiar e de casal, em que os envolvidos no processo são atendidos das duas formas: individualmente e em conjunto.

A sua popularidade tem muito a ver com as próprias características dos seres humanos, que apresentam dificuldades em lidar com suas emoções em particular. A tendência é que evitem entrar em contato com situações que gerem uma carga emocional muito forte ou traga um certo desconforto.

Inclusive, esses fatores podem incomodar de maneira tanto física como mental. “Jogar a sujeira para debaixo do tapete”, já ouviu essa expressão? É o que fazemos com o que nos incomoda, emocionalmente falando. Esse é um dos motivos pelo qual você pergunta para um amigo por que ele está triste, e ele responde: “deixa pra lá” ou “nada demais”.

Na clínica, o terapeuta está preparado para ouvir essas pessoas e ajudá-las a entender o momento pelo qual estão passando, fazendo com que elas notem tudo aquilo que não conseguem enxergar sozinhos.

A Psicologia Clínica traz uma novidade bastante interessante. Acompanhando a tendência tecnológica mundial, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), por meio da Resolução CPF 11/2018, regulamentou o atendimento psicológico clínico online — desde que sejam respeitadas as exigências da profissão.

Bem moderno e prático para os pacientes e os profissionais, não é mesmo?

7.1 As abordagens da psicologia clínica

Se você faz terapia, ou já teve a oportunidade de presenciar uma conversa entre pessoas que usam esse recurso, pode ter ouvido uma pergunta sobre a abordagem. Isso porque a Psicologia Clínica tem várias linhas e, caso você se interesse pela área, saiba que pode se especializar ainda mais. Conheça agora as principais abordagens!

Psicanálise

Já dizia o poeta: Freud explica! Sigmund Freud é um dos principais teóricos estudados na faculdade e, antes de desenvolver seu próprio método, utilizava a hipnose. Mas pode ir com calma. Se você decidir ser um psicanalista, não vai precisar hipnotizar ninguém!

A Psicanálise é o tipo de terapia em que o paciente, de início, só fala. E o psicólogo escuta para, após avaliação, ajudar o paciente com as questões apontadas durante a fala. O analista propõe uma interpretação dos relatos, que dá ao paciente a capacidade de se autoconhecer e lidar com as angústias relatadas.

Comportamental

Tão famosa quanto a Psicanálise, está a Terapia Comportamental. Esse tipo de análise é pautada em nosso comportamento: o que fazemos, o que pensamos, o que falamos e, como não podia faltar, as nossas emoções.

Para quem segue essa linha de estudos, conhece as leis e regras que permitem a compreensão de cada ação realizada. Nosso comportamento modifica-se de acordo com o meio e, pela terapia, é possível alterá-lo.

O foco da Psicologia Clínica Comportamental é justamente modificar a postura do paciente. Primeiro, é feita uma avaliação das necessidades de quem se submete ao tratamento. Depois, o profissional ajuda com técnicas específicas para que a transformação aconteça.

Por exemplo, é esse tipo de terapia que os pacientes que têm medo de avião procuram. O papel do psicólogo é identificar como perder o receio diante dessa situação, diminuindo esse sentimento aos poucos.

Analítica

Essa é uma linha para aqueles que gostam de conversar sobre a interpretação dos sonhos. O papel do psicólogo nesse tipo de terapia é ajudar o paciente a abrir suas asas e soltar as suas feras!

Os sonhos são maneiras de entrar em contato com as nossas questões mais profundas. Nesse contexto, o método utilizado é o da imaginação ativa, que faz com que a pessoa use a representação sonhada como forma de se aproximar do seu interior.

O interessante é que, nesse caso, existe um método bastante diferenciado. Muitos terapeutas usam técnicas ligadas às artes, estudando de que forma as pinturas, as esculturas e os desenhos podem ajudar nesse processo. Certamente, uma área maravilhosa para quem não gosta de rotina!

8. Psicologia Ambiental

Mais uma das áreas em psicologia direcionada aos amantes de pesquisas, estudos e uma pitada de investigações! Quem se especializa em Psicologia Ambiental tem como principal atividade o estudo das interações entre as relações do homem com a natureza, ou mesmo com uma determinada localidade.

Essa é uma área nova e está diretamente relacionada com a Sociologia, Antropologia, Paisagismo, Geografia, Arquitetura e Urbanismo. A tendência é que o campo ganhe força total nos próximos anos. Vale a pena ficar de olho, não acha?

9. Neuropsicologia

Por último, mas não menos importante, temos a Neuropsicologia. Ela se assemelha bastante a Psicomotricidade. Contudo, não está necessariamente atrelada à educação. Quem opta por essa área, estuda a relação entre o cérebro e o comportamento, utilizando seu conhecimento para avaliar e diagnosticar várias habilidades. Podemos destacar:

  • atenção;
  • memória;
  • raciocínio;
  • afeto;
  • funções motoras;
  • percepção.

 

Esse profissional também acompanha os processos de recuperação de pessoas que sofreram lesões traumáticas, como no caso daqueles que sofrem acidentes gravíssimos e passam meses em reabilitação. O psicólogo, então, ajuda-os a retomar uma vida produtiva.

Percebeu como esse profissional pode impactar a vida das pessoas, buscando por uma sociedade mais equilibrada e de bem consigo mesma?

Como é a faculdade de Psicologia?

Para chegar às especializações da profissão, o primeiro passo é passar pela faculdade. Por isso, vamos explicar tudinho sobre essa primeira etapa.

Como você pôde perceber ao longo do post, a saúde não se resume ao bem-estar físico. Precisamos estar em dia com a nossa mente também! Conflitos internos fazem parte da vida de qualquer ser humano, independentemente da idade, do contexto ou do ambiente.

É por isto que as pessoas estudam Psicologia: para auxiliar na prevenção e superação desses problemas. Para atingir esse objetivo, o curso, geralmente completado em 5 anos, costuma abordar as seguintes disciplinas:

  • ciências fisiológicas;
  • saúde coletiva;
  • biologia e bioquímica humana;
  • relações interpessoais;
  • formação sociocultural e ética;
  • psicologia experimental e processos psicológicos;
  • história da psicologia;
  • neuropsicologia;
  • desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor;
  • psicologia social, processos de aprendizagem, trabalho e sociedade;
  • teorias da personalidade;
  • entre outras disciplinas teóricas e as práticas, como os estágios supervisionados.

 

É importante salientar que a formação não se resume aos aspectos voltados à qualidade de vida, mas também à responsabilidade ética e moral dos estudantes. Apesar de ser muito gratificante, o curso trata primeiramente do entendimento sobre a complexidade humana e seu dinamismo. Afinal, ninguém é igual, você concorda?

Viu como são diversas áreas em psicologia que você pode escolher para exercer a profissão? E pode ter certeza que não conseguimos listar todas elas! Assim como podemos apostar que você conseguiu ter uma boa ideia do que é a profissão e se apaixonar por ela.

A tendência é que mais áreas sejam desenvolvidas devido às demandas da sociedade. Por isso, não perca tempo! Entre em contato conosco agora mesmo e descubra as formas de cursar Psicologia com quem faz toda a diferença!

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