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Mais perdida que uma tampa de caneta Bic: era assim que Manu se sentia cada vez que tentava imaginar uma profissão para seu futuro. Ao mesmo tempo em que pensava gostar de tantas coisas na vida, não conseguia definir nada. E só de imaginar a pergunta “que curso combina comigo?”, já começava a conhecer a tal da ansiedade.

Alguns familiares até tentavam ajudar, perguntando a ela o que mais gostava de fazer na vida. “Dormir e assistir a seriados!”, respondia de prontidão. Imagina a maravilha? Ser paga para tirar cochilos e maratonar séries! Não devia existir profissão melhor!

Contudo, sabia da realidade: a vida exigiria dela um pouco mais que isso. E, mais cedo ou mais tarde, teria que fazer essa decisão!

Quer descobrir como Manu chegou a uma conclusão? Então, acompanhe essa história!

Por que é tão difícil escolher?

A angústia é inerente não só a essa, mas a quase todas nossas escolhas, sabe por quê? Quando dizemos “sim” a algo, precisamos falar “não” a um tanto de outras coisas. Logo, vem nossa mente nos lembrar de tudo o que podemos perder.

Ao falar de profissão, a apreensão é ainda maior, já que o assunto é mais sério e costuma gerar aquela sensação de “ser algo eterno”. 

Quer uma dica para deixar essa etapa mais leve? Não encare como se fosse uma decisão definitiva ou algo irreparável. Esse pensamento só fará com que você se sinta mais aflito ainda, assim como Manu.

Como saber que curso combina comigo?

Bem, nem sempre dá certo tentar encontrar uma profissão ligada àquilo que mais amamos fazer. Manu é prova viva disso — afinal, quem nos pagaria para que dormíssemos e assistíssemos à Netflix, não é mesmo?

Tendo isso em mente, nossa jovem foi atrás de dicas na internet. Encontrou as seguintes!

Buscar autoconhecimento

O autoconhecimento nos ajuda a entender melhor o que queremos, as razões de agirmos de determinada maneira e os motivos das nossas preferências. Uma pessoa que se conhece bem está mais preparada para fazer escolhas e enfrentar os desafios da vida. 

Manu já estava um passo à frente com relação a isso. Há pouco tempo, havia começado a terapia para conseguir lidar com toda a ansiedade que o término do Ensino Médio estava causando.

Aproveitou para levar esse assunto à sua psicóloga, que prometeu elaborar algumas sessões para ajudá-la a se descobrir um pouco mais.

Fazer uma orientação vocacional

Testes vocacionais são ferramentas úteis para nos ajudar na escolha da profissão. São ótimos, principalmente para quem está em conflito em relação ao futuro, pois dão um norte do caminho a ser escolhido.

Sua terapeuta tinha especialização nessa área e combinou com Manu as etapas: ela faria uma bateria de testes em 3 dias. Eles envolveriam perguntas objetivas, as quais avaliariam sua personalidade e suas aptidões. O resultado indicaria um possível curso.

Começar por partes

Lembre-se das matérias nos Ensinos Fundamental e Médio! Com a qual você tinha mais facilidade? Manu fez uma lista de todas as disciplinas que tivera, para tentar identificar alguma área de maior afinidade, entre humanas, exatas e biológicas.

A partir da resposta, fez uma lista de profissões que pareciam agradáveis. Chegou à conclusão de que tinha interesse por 4: Psicologia, Medicina Veterinária, Ciência da Computação e Moda. Não era ainda a decisão, mas só pelo fato de ter eliminado outras dezenas, já começou a sentir um alívio.

Ler sobre os cursos

Então, partiu para o próximo passo: visitou o site da instituição que pretendia fazer o vestibular e avaliou as grades curriculares e as disciplinas de cada curso. Leu vários artigos em blogs informativos, como o da UniCesumar

Isso foi outro grande progresso! Percebeu que, apesar de amar animais e sentir vontade de cuidar de todos os que encontrava na rua, não se sentiria bem ao lidar com os bichinhos doentes.

Conversar com pessoas da área de seu interesse

Apesar da sensação com relação ao curso de Medicina Veterinária, resolveu não eliminá-lo ainda. Deu uma nota para cada um desses cursos, de acordo com as afinidades que já havia percebido até aqui. Por enquanto, Psicologia e Ciência da Computação estavam praticamente empatados.

Depois disso, partiu para a próxima etapa: procurar pessoas conhecidas que já trabalhavam nessas 4 profissões. Assim, elaborou algumas perguntas para fazer a todos.

  • O que você mais gosta e o que menos gosta na sua profissão? Por que?
  • Se pudesse voltar atrás, faria outras escolhas? Por que?
  • Quais conselhos daria a alguém que esteja entrando agora no curso?
  • Quais matérias e quais estágios você acha essencial para se tornar um bom profissional na sua área?
  • Como enxerga o futuro da profissão, com todos esses avanços tecnológicos?

Avaliar o que desperta o interesse e quais suas habilidades

Essa foi outra dica que Manu seguiu. Então, pode ser uma boa para você também! Reflita: o que desperta seu interesse? Tem fascínio por analisar o comportamento das pessoas e entender a razão de agirem assim? Tem paixão por estudar as mais diversas línguas? Ou sua praia, mesmo, é ler tudo sobre inteligência artificial, a ponto de achar interessante saber como criar um aplicativo?

Pesquisar sobre o mercado de trabalho

Por fim, pesquise sobre o mercado de trabalho atual e avalie as perspectivas para a profissão no futuro. É importante saber, desde já, que muitas profissões vêm se transformando graças à tecnologia. E não pense que só aqueles cursos correlatos sofrerão os impactos. Carreiras da área da saúde, por exemplo, serão influenciadas também.

Acho que escolhi, mas não tenho tanta certeza. E agora?

Essa era a sensação de Manu: ela estava superinclinada a escolher o curso de Ciência da Computação, mas sem aquele sentimento de certeza. Caso seja a sua também, saiba que é normal essa sensação de insegurança. Afinal, é uma decisão importante, não é? Mas tenha em mente que:

  • diante de todos esses passos dados, a probabilidade de acertar na escolha é grande;
  • você só terá certeza de como será a carreira quando se formar e entrar para o mercado de trabalho;
  • ao estar em uma área do seu interesse, a dedicação é mais fácil;
  • se sentir, durante a graduação, que deveria ter optado por outro curso, por que não trocar? Ou, então, por que não ter 2 graduações?

Nossa jovem decidiu continuar investindo em seu autoconhecimento, pois ainda restavam algumas semanas até o dia do vestibular. Continuou com suas sessões de terapia, nas quais sua psicóloga passava exercícios que a ajudavam a refletir mais sobre si. Pelo menos tinha certeza de algo: estava fazendo tudo o que estava ao seu alcance.

Bem, se assim como Manu, você tem dúvidas e se pergunta “que curso combina comigo”, que tal se inspirar nos passos dados por ela e buscar se conhecer melhor também? É a partir da grande consciência de si que você terá mais chances de sucesso profissional e pessoal! Entenda que o autoconhecimento é importante não só agora, mas também durante toda sua carreira.

Nossa personagem é fictícia, mas a história dela pode ajudar várias pessoas na mesma situação. Então, não deixe de compartilhar o artigo nas suas redes sociais!

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