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Quase todo aspirante a psicólogo tem aquele impulso de prestar atenção em certos detalhes no modo de alguém se comportar. Talvez, já tenha nascido com uma facilidade para analisar pessoas! Ou, quem sabe, o meio colaborou para que adquirisse certas habilidades e preferências? Freud explica! Ou não! A questão é que séries sobre psicologia são um prato cheio para um observador de comportamentos!

De romances, passando por suspenses policiais e chegando à ficção científica, os exemplos são muitos. Reunimos aqui as principais, que poderão fazer você ter uma ideia de como é o curso de Psicologia e quais os temas mais tratados.

É só seguir na leitura!

1. Maniac

Tudo se passa em um futuro distópico, misturando realidade (os sentimentos e sofrimentos dos personagens) e ficção. Owen (Jonah Hill) e Annie (Emma Stone) se conhecem em um laboratório que recruta pessoas para participarem de testes sobre seus medicamentos. O remédio da vez é uma espécie de “pílula da felicidade”, já que promete a cura milagrosa dos problemas.

A droga leva os personagens a viajarem em suas fantasias, momentos em que precisam enfrentar os fantasmas que sempre atormentaram suas mentes. Paralelamente ao desenrolar dessas cenas, lidamos, também, com a história do criador da droga (Justin Theroux), sua mãe (Sally Field) e uma Inteligência Artificial, a qual ameaça o sucesso do experimento.

2. Bates Motel

Baseado no filme Psicose, de Alfred Hitchcock, a série explora o personagem Norman Bates (Freddie Highmore) e sua simbiótica relação com a mãe, Norma Bates (Vera Farmiga). Tudo se passa antes do episódio fatídico do filme e apresenta a passagem de Norman da adolescência para a fase adulta.

Já no início, o telespectador mais atento consegue perceber “estranhezas” no perfil do protagonista (ou seria antagonista?) e seu modo de agir. A história é voltada para explicar por que Norman se tornou um psicopata mais tarde. Alguns episódios são tão realistas em relação aos seus sentimentos e percepções sobre a vida que não é difícil sentir um pouco de empatia por ele.

O enredo também aborda Norma e Norman se relacionando com outras pessoas. O difícil é eles darem espaço para que haja outros indivíduos no meio da relação dos dois. Em muitos momentos, eles parecem se bastar.

3. Atypical

A trama foca em Sam (Keir Gilchrist), diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista. Os episódios mostram os impactos diretos e indiretos nas relações familiares, como o distanciamento dos pais como casal e a rejeição sentida por sua irmã mais nova, Casey (Brigette Lundy-Paine).

Sua terapeuta Julia (Amy Okuda) o ajuda e é bastante presente, tanto nas sessões quanto nas relações além do consultório. Sam apresenta muitas dificuldades sociais, claro. No entanto, por nunca ter sido tratado como incapaz, rompe limites e evolui muito bem em direção à vida adulta. 

A série serve como uma análise da evolução do personagem e, também, uma reflexão sobre a importância da inclusão na sociedade.

4. Easy

Relacionamentos são complexos. É preciso lidar com nossas próprias falhas e aceitar as do parceiro. E quando cada um tem percepções diferentes sobre o amor, a vida, o trabalho, o futuro e, ainda assim, tentam se juntar? Parece até a vida real, não é?

O forte da série é justamente trazer recortes da vida cotidiana. As interpretações dos atores são tão verdadeiras e as histórias tão próximas da gente que é difícil não se tocar por alguma delas.

Cada episódio é um enredo diferente, com novos personagens. No entanto, em alguns momentos as histórias se entrelaçam. Além de nos levar à reflexão, é ótima para quem realmente gosta de analisar relacionamentos, sentimentos e comportamento humano.

5. In Treatment

Uma das séries mais famosas no meio da psicologia, “Em Tratamento” mostra a rotina de um terapeuta, Paul Weston (Gabriel Byrne), seus atendimentos com pacientes, além da sua própria sessão de psicoterapia.

As histórias se baseiam nos diálogos entre terapeuta e paciente. Nas segundas, ele atende uma anestesista que não sabe se termina com o namorado ou casa com ele. Terça é dia de um piloto arrogante, que quase morreu em uma missão no Iraque. Quarta é uma ginasta adolescente que, apesar de ter sofrido um acidente, deseja se manter na equipe olímpica. Quinta é um casal em crise. Sexta é o dia em que o lado do divã se inverte.

Na série, é possível analisar os perfis de cada paciente e a forma como o psicólogo conduz cada sessão, ao lidar com temas como ansiedade, autoconhecimento, depressão.

6. Criminal Minds

Mentes perversas, psicologia forense e psicologia comportamental (duas das várias áreas de atuação mais comuns) se entrelaçam nas histórias. Considerada uma das melhores séries sobre Psicologia, amantes de Skinner vão se empolgar ao ver, com os próprios olhos, como o ambiente em que crescemos é capaz de influenciar nossa personalidade.

Cada episódio conta com um enredo diferente, focado na mente do criminoso. A equipe de elite da FBI, que cuida de cada caso, é especialista em análise do comportamento e tem o dever de desvendar as motivações por trás de cada crime cometido. Uma ótima forma para ajudar a criar essa visão de analista e a ter empatia por cada tipo de paciente.

Somado a isso, as tramas são uma mistura de drama e suspense policial, o que ajuda a tornar a série empolgante e nada maçante. O sucesso é tão grande que, em 2019, a série já embarca para a 15ª temporada.

7. Six Feet Under

Uma série nada convencional, mas ao mesmo tempo que se aproxima da gente, devido à identificação com os conflitos dos personagens e à forma como precisam lidar com a morte. A trama se passa em torno da funerária Fisher and Sons Funeral Home, pertencente a uma família, em Los Angeles.

Cada episódio se inicia com uma morte diferente, que dá o tom para a história e as reflexões se iniciarem. Apesar de parecer pesada emocionalmente, ela trata de diversos temas presentes na sociedade e importantes de serem discutidos, como orientação sexual e racismo. Cada personagem traz ensinamentos e visões diferentes sobre o problema comentado.

Bem, com todas essas séries sobre Psicologia, agora você conseguirá fazer uma análise sobre diversos aspectos do ser humano. É um bom começo para treinar, antes de partir para os pacientes reais, não acha?

Gostou da indicações? Quer entender melhor como funciona o curso de Psicologia para ver se ele é, realmente, para você? É só ler o artigo nosso próximo artigo!

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