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Escolher uma área para seguir carreira não é fácil — a essa altura do campeonato, você certamente sabe bem do que estamos falando. Há muita pressão e ansiedade em torno dessa decisão, afinal, ela vai afetar todo o seu futuro. A boa notícia é que também existem ferramentas para ajudá-lo a enfrentar essa escolha com mais confiança. Os melhores exemplos são o teste vocacional e a orientação profissional.

Algumas escolas e cursinhos preparatórios oferecem essas ferramentas para os alunos que estão se aproximando do vestibular. Você também pode encontrar lugares especializados em aplicar essas ferramentas do jeito certo. Para ajudá-lo nessa missão, vamos explicar melhor cada uma delas e sua importância. Não perca!

Teste Vocacional

O teste vocacional é, basicamente, uma prova. As questões são elaboradas para identificar traços do seu perfil. A partir disso, pode apontar as carreiras para as quais você teria mais aptidão e interesse natural.

Muitas vezes, as questões parecem não ter qualquer relação com profissão ou carreira. É como aquele tipo de Quiz que encontramos na internet: são perguntas sobre suas preferências e comportamentos em situações do dia a dia. Essas informações, no fim das contas, também ajudam a entender melhor sua vocação, sabia?

É importante lembrar que os resultados precisam ser analisados por um profissional habilitado que, em geral, é um psicólogo. Além disso, ele não traz uma resposta absoluta e definitiva, como uma fórmula da felicidade, por exemplo. Você precisa usar essa ferramenta como um apoio para sua decisão, mas sem ignorar outros fatores, inclusive seus próprios desejos. Porque, ao fim dessa jornada, o poder é todo seu!

É importante não confundir o teste vocacional com orientação vocacional. Você sabe qual é a diferença entre eles? O teste aponta, a partir de um conjunto de informações, as opções de carreira que são possivelmente mais compatíveis com seu perfil.

Enquanto isso, a orientação é um processo que vai ajudá-lo a olhar para dentro, refletir e decidir por você mesmo qual área escolher. Podemos dizer que o teste vocacional é um instrumento dentro da orientação vocacional.

Depois que o resultado sair, o mais importante é refletir sobre o assunto. Esse resultado não amarra você a nenhuma decisão. Você pode contrariar completamente o teste e simplesmente seguir para a área que quiser. O que interessa é que, ao tomar essa decisão, você entenda como o seu perfil pode afetar o seu futuro.

Por exemplo, se o teste vocacional revela que você tem um perfil mais inclinado a trabalhos individuais, e você escolhe seguir para uma área que exige muita colaboração com outras pessoas: será que você vai ficar à vontade para trabalhar ou isso vai se tornar um motivo de insatisfação em pouco tempo?

Outro exemplo comum: seu teste revela que você é muito criativo e teria mais inclinação para trabalhar em áreas que exploram a criatividade, mas que não trazem muito retorno financeiro. Contrariando esse resultado, você opta por seguir para uma área mais tradicional, mas que garante bons salários. Não existe absolutamente nada de errado nessa decisão, mas você precisa pensar no que é mais importante para você.

Orientação Profissional

O teste vocacional é uma importante ferramenta, mas não é a única. Temos também a orientação vocacional, como já vimos, e a orientação profissional. Nesse momento, você pode estar se perguntando: orientação vocacional e orientação profissional? Elas não são a mesma coisa? Com certeza, não!

Podemos distinguir os dois da seguinte maneira: enquanto a orientação vocacional ajuda a descobrir sua inclinação natural para uma certa área, a orientação profissional está mais relacionada à questão prática: qual profissão seguir e como ter sucesso nessa profissão? #UniExplica: o termo "vocação" vem do latim, e significa "chamado".

Vale a pena lembrar que, em qualquer área – seja Direito, Medicina ou Engenharia –, as possibilidades profissionais são inúmeras. Por exemplo, mesmo que a sua vocação seja para o Direito, isso não esclarece se você deve se tornar um juiz, um promotor, um advogado corporativo, um sócio de escritório, um consultor.

Por outro lado, existe uma coisa que a orientação vocacional e a orientação profissional têm em comum: as duas devem ser guiadas por um profissional preparado. Por exemplo, o orientador deve ser capaz de olhar para você de uma maneira global, entendendo todas as suas circunstâncias – sociais, econômicas, familiares –, para ajudá-lo a chegar a uma conclusão que faça sentido.

Afinal, o que você precisa nessa hora não é daquele velho discurso sobre "seguir seus sonhos" e "ouvir o seu coração", não é mesmo? Isso você encontra no Instagram ou no Tumblr em um piscar de olhos. Nesse momento, você precisa é de conselhos e dicas realistas.

Na orientação profissional, também são usados testes psicológicos. Eles ajudam a entender melhor seu perfil profissional, observar pontos fortes e fracos. A questão talvez não seja simplesmente revelar suas inclinações, mas descobrir quais aspectos você precisa melhorar para ter sucesso em sua profissão ideal.

O que você precisa lembrar

Antes de encerrar esse post, aqui vão algumas #DicasDaUni: nenhuma dessas ferramentas garante que você vai acertar na escolha da faculdade e da profissão. Além disso, nenhum psicólogo ou psicopedagogo vai lhe dizer qual curso você deve fazer, também.

Você ainda pode chegar aos 30 anos e descobrir que gostaria de seguir um rumo diferente. Não existe nada de errado nisso. A carreira é um processo, algo dinâmico que você constrói ao longo da vida. Isso lhe dá a liberdade de mudar quando o caminho tomado já não traz mais satisfação.

Por que lembrar disso faz toda a diferença? Porque tira um pouco daquela pressão de acertar de primeira na escolha. Afinal, não existe realmente certo ou errado, desde que você tome decisões conscientes. É por isso que, na realidade, o grande valor de um teste vocacional ou orientação profissional não está em trazer respostas, mas em promover oportunidades para o autoconhecimento.

No final das contas, tanto um teste vocacional quanto uma orientação profissional só podem ajudá-lo até um certo ponto. A maior parte do trabalho fica em suas mãos: refletir, informar-se sobre as possibilidades de carreira, procurar pessoas que já trabalham na área.

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