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Já reparou como algumas pessoas aprendem outras línguas com mais facilidade? E que a Matemática é tão difícil para alguns, enquanto outros fazem cálculos complexos de cabeça? Ou, ainda, que algumas crianças parecem ter nascido com o dom de desenhar? Essas são algumas pistas dos vários tipos de inteligência.

Esse é um conceito elaborado por Howard Gardner, um psicólogo e neurologista que, em 1983, publicou o livro Estruturas da Mente. Nele, o especialista descreveu sua teoria revolucionária das inteligências múltiplas. Essencialmente, ela defende que temos certas aptidões inatas.

Conhecer essa teoria é muito útil na hora de escolher a faculdade e para trilhar seu caminho rumo ao sucesso profissional. Quer entender melhor? Continue a leitura!

O que são os tipos de inteligência?

De acordo com Gardner, assim como aponta a teoria do desenvolvimento de Jean Piaget (1896-1980) — a maior referência na descrição do desenvolvimento humano para a Pedagogia até hoje —, o ser humano desenvolve ou aprimora habilidades a partir de influências externas. É o caso dos estímulos familiares e da educação formal ao longo da vida.

No entanto, o que a teoria das múltiplas inteligências destaca é que muitas competências são inatas ao indivíduo. Isto é, ele nasce com certas facilidades para algumas coisas, enquanto pode ter dificuldade em outras, mesmo que receba a mesma quantidade de estímulos para todas.

Gardner chegou à teoria das inteligências múltiplas quando começou a se interessar pelos processos de aprendizagem no início da década de 1980. Suas pesquisas partiram de reflexões já levantadas por Piaget sobre a limitação dos testes de quociente de inteligência (QI), muito famosos até então.

Para ele, esses testes não faziam mais do que analisar a capacidade lógico-matemática de uma pessoa. Gardner, então, começou a observar o trabalho dos grandes gênios da humanidade e a buscar evidências de diferentes manifestações de genialidade”.

Enquanto Albert Einstein era excepcional nos conhecimentos lógico-matemáticos, Wolfgang Mozart era genial na mesma medida, mas na capacidade musical. Gardner concluiu que, mesmo com as competências desenvolvidas ao longo da vida escolar, cada pessoa tem certos “talentos” que estão sempre lá.

Olha só: dá até para justificar aquele zero em Física ou a nota vermelha na redação, não é? Quem pode garantir que não foram só reflexos da teoria das inteligências múltiplas, em vez de falta de estudo? Brincadeiras à parte, Gardner colocou em xeque muito do que era praticado nas escolas, especialmente critérios de avaliação padronizados.

Quais são os tipos de inteligência?

Como resultado de seus estudos, Gardner descreveu 8 tipos de inteligência. Vamos conhecer cada uma delas?

Inteligência lógico-matemática

Aptidão para realizar operações envolvendo números e fazer deduções lógicas. É também relacionada à boa memória e à organização, além de ser o tipo de inteligência que auxilia na hora de encontrar soluções mais práticas para problemas.

Inteligência espacial

Aptidão para reconhecer padrões visuais e manipular bem as situações que dependem de lembranças espaciais. Ainda, é o tipo de inteligência associado à facilidade de desenhar e à capacidade de abstração e sensibilidade para imaginar figuras em três dimensões (3D).

Inteligência linguística

Aptidão para assimilar rapidamente estruturas gramaticais de diferentes línguas, o que resulta no aprendizado mais descomplicado de idiomas. Além disso, esse tipo de inteligência ajuda a se expressar melhor por meio da escrita ou oralmente. Sabe aquelas pessoas que falam bem em público e esbanjam carisma?

Inteligência musical

Aptidão para reconhecer padrões musicais, manusear instrumentos e compor melodias. É um tipo raro de inteligência fortemente associado à criatividade. Aqui, a pessoa consegue processar sons com uma sensibilidade maior do que a média, por exemplo, ao aprender a tocar músicas somente por ouvi-las, sem precisar de uma cifra ou partitura.

Inteligência naturalista

Aptidão para compreender leis naturais e classificar espécies da natureza. Com esse tipo de inteligência bem desenvolvido, a pessoa consegue rapidamente perceber ciclos naturais, como o da maré, notar mudanças de clima e distinguir plantas, por exemplo.

Inteligência corporal-cinestésica

Aptidão para reconhecer padrões de movimento, profundidade e distância. Também é chamada de inteligência motora e está associada à facilidade de utilizar a expressão corporal de modo eficiente para quaisquer fins que exijam precisão. Por exemplo, em práticas esportivas ou na dança.

Inteligência interpessoal

Aptidão para reconhecer e entender os sentimentos e as intenções de outras pessoas, além de se relacionar com facilidade com terceiros. É uma inteligência comumente encontrada em figuras de liderança, pois a capacidade de percepção sobre outras pessoas é útil na hora de convencer e gerenciar equipes.

Inteligência intrapessoal

Aptidão para reconhecer e entender os próprios sentimentos e as próprias intenções, utilizando essa capacidade para resolver problemas. Esse conceito se aproxima muito com o de inteligência emocional, bastante comentado atualmente. Assim como a interpessoal, a inteligência intrapessoal se relaciona ao senso de liderança.

Por que e como identificar seus tipos de inteligência?

Identificar quais são os seus tipos de inteligência pode abrir muitas portas. É uma mudança de perspectiva que ajuda a deixar para trás a ideia de que alguém é menos inteligente porque não ia bem em Matemática na escola, por exemplo. Quem nunca?

Partindo da teoria de Gardner, essa mesma pessoa pode ter muita dificuldade com os números, mas saber se expressar perfeitamente com palavras. Do mesmo modo, alguém que não consegue falar bem em público pode ser incrível em transmitir sensações ou sentimentos por meio de desenhos.

O mais legal é que esse autoconhecimento pode contribuir muito para sua carreira. Afinal, se você sabe quais são suas melhores características, assim como as coisas em que não vai tão bem, é capaz de optar por profissões em que as qualidades serão bem exploradas.

Para identificar quais são os seus tipos de inteligência, basta refletir sobre suas maiores aptidões e dificuldades até aqui. Na escola, quais eram as matérias em que tinha mais facilidade? Você tem algum hobby em que se sai muito bem, por exemplo, pintar ou dançar? Sente que consegue aprender melhor usando mapas mentais do que fazendo resumos?

Como utilizar as inteligências no mercado de trabalho?

O mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e precisa de profissionais que saibam se adaptar às mudanças.

Ao conhecer os tipos de inteligência que mais nos favorecem, estamos mais aptos a fazer escolhas profissionais acertadas. Mas não se preocupe: você pode ter sucesso na carreira mesmo que ainda não tenha alguma característica exigida. Afinal, é totalmente possível desenvolver novas habilidades e novos comportamentos.

A melhor forma de utilizar as inteligências que você já tem é direcionando a sua carreira para cargos ou profissões em que será possível desenvolver as funções com mais qualidade e competência. Com isso, as chances de ser melhor remunerado e reconhecido no mercado de trabalho são maiores.

Como desenvolver novas inteligências?

Agora que já conhece os tipos de inteligência e sabe reconhecer quais combinam com a sua personalidade, você precisa entender de que maneiras desenvolver essas capacidades cognitivas. Isso é algo bem importante para aumentar a sua capacidade intelectual. Confira!

Busque o aprendizado constantemente

Adquirir conhecimentos é uma das melhores formas de exercitar o cérebro. Você pode aproveitar o tempo livre para desenvolver habilidades que garantam um diferencial para o seu currículo profissional, por exemplo.

Outra forma de estimular a memória é por meio da leitura. Essa prática contribui para o desenvolvimento da linguagem e promove a criatividade, exercitando aspectos múltiplos do conhecimento.

Mantenha sua motivação

Automotivação e inteligência emocional estão intimamente relacionadas. Quando somos dominados por emoções negativas, deixamos de alcançar nosso potencial máximo. Por isso, é fundamental afastar qualquer sentimento que atrapalhe a nossa evolução enquanto profissionais.

Manter a motivação para estudar no dia a dia é importante não apenas para atingir as suas metas profissionais, mas também para potencializar a sua inteligência emocional.

Cuide do seu corpo e da sua mente

O corpo e a mente atuam em conjunto. Por isso, cuidar bem de ambos é fundamental para garantir mais qualidade de vida e estar bem preparado para conquistar os seus objetivos pessoais e profissionais com excelência.

Por isso, mesmo que você tenha uma rotina atribulada de estudo, tente manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas com frequência e ter noites de sono de qualidade. Isso tudo é essencial para garantir mais disposição e produtividade ao longo do dia.

Trabalhe o raciocínio lógico

Uma das formas de potencializar o raciocínio lógico é lidar com soluções de problemas e com o desenvolvimento de atividades estratégicas. Uma dica é aprender programação, pois essa função trabalha com a inteligência lógico-matemática.

As linguagens de programação ajudam a aperfeiçoar esse tipo de inteligência porque elas fazem com que você tenha que operar desafios e problemas até chegar a um resultado correto.

Desenvolva a empatia

A empatia é resultado de uma capacidade emocional elevada. Quem consegue entender as emoções de outras pessoas e se colocar no lugar delas tem um alto nível de inteligência emocional.

Essa característica também resulta em uma melhor comunicação, pois passamos a respeitar o próximo. Quando você se coloca no lugar dos colegas, os conflitos diminuem, abrindo espaço para a colaboração.

Esses são sinais de quais tipos de inteligência são mais marcantes no seu caso. Mas não exagere, viu? Procure ter em mente que esses rótulos podem ser de grande ajuda, mas que não devem ser limitadores. Afinal, como a gente viu, a aprendizagem também se dá com estímulos externos, incluindo esforço e uma boa dose de estudos.

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