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Para os amigos, Manu sempre foi considerada a rainha do Facebook, Twitter e Instagram. Milhares de seguidores, feed organizado, criatividade nota mil nas indiretas e respostas… Tanto que não era novidade ela ganhar concursos quando o critério era uma frase impactante. “CEO das redes sociais”, “sócia proprietário do Instagram”, “se cuida, Mark Zuckerberg” — comentários como esses eram bem comuns de a garota ouvir.

Um dia, durante o almoço, vendo que o interesse dela era genuíno, seu Antônio, pai da Manu, plantou uma sementinha na cabeça da filha: “já que você não larga esse telefone por nada, deveria fazer isso virar uma profissão”. Trabalhar com redes sociais? Manu queria ter pensado nisso antes até e gostou da sugestão. Por que não colocar em prática?

Mas espera... Como oferecer seus serviços se ela mal tinha o que colocar em um currículo, até porque nunca tinha trabalhado de verdade?

Trabalhar com redes sociais: #partiu!

Tudo bem que ela nunca teve um emprego de carteira assinada, só ajudado a mãe com a empresa de produtos de limpeza da família mesmo. Mas Manu era melhor amiga da Ana, cuja mãe era dona de uma loja de roupas incrível. Os looks com mais curtidas da Manu no Instagram eram dessa marca, que mal tinha presença nas redes sociais. 

Ao comentar a ideia com Ana e sua mãe, Manu conseguiu ser a responsável pela presença digital da loja Fashion is love, mesmo sem saber direito o quanto cobrar. “Depois a gente vê, tia!” — foi o combinado entre Manu e dona Íris.

A criação das contas foi moleza, assim como os primeiros posts e várias hashtags para performar bem. Mas como analisar se a estratégia estava indo bem? Quais as métricas que Manu deveria ter? Como organizar relatórios? Como ganhar mais seguidores de forma orgânica e melhorar o engajamento? Foi aí que Manu se viu diante de um montão de dúvidas e teve uma ideia.

Um estágio em agência: #quero!

Na cidade em que vivia, havia diversas agências digitais que cuidavam das mais diversas contas. O pensamento de Manu era conseguir um estágio não remunerado mesmo, enquanto não tivesse estudando, para entender todos os detalhes de trabalhar com redes sociais.

Ao chegar na agência mais próxima de sua casa, um dos sócios disse que só contratava como estagiário pessoas que estivessem cursando alguma área de Comunicação, já na faculdade, claro. Caso contrário, era perda de tempo, pois ele teria que gastar muito tempo ensinando o básico.

Lidar com o primeiro não: #sos

Manu ficou decepcionada? Pode apostar que sim, e muito! A única coisa que ela queria era aprender e ajudar, não estava nem pensando no salário. Seu objetivo era entender melhor técnicas e ferramentas.

Mas também, após esse não, a garota ficou decidida a mostrar para esse dono de agência a profissional que ele perdeu. Manu, que prestaria vestibular no fim do mesmo ano, decidiu mesclar seus estudos para Enem e outros vestibulares com leituras sobre estratégias de comunicação nas redes sociais.

Foi quando notou diversos conceitos que precisaria entender melhor para que as ideias para a Fashion is love tivessem um propósito real, por exemplo:

  • quem são as personas da loja;
  • qual é o objetivo das redes sociais: vender mais, trabalhar a marca etc.;
  • como analisar de forma eficiente os dados obtidos com as redes sociais;
  • qual a frequência ideal de postagens para ser relevante;
  • como atingir mais clientes;
  • de que forma trabalhar a questão do branding.

Por mais que as redes sociais da Manu bombassem com sua criatividade e jeito para as fotos — ela entendia como ninguém sobre os melhores ângulos e como trabalhar a luz a seu favor —, a estudante sabia que faltava muito embasamento teórico para se tornar a social media que tinha certeza, agora, de que gostaria de ser.

Decidida a profissão: #SocialMedia

Hoje, mais do que nunca, as marcas vão precisar ter presença na internet. Manu mesmo jamais comprava nada sem verificar as opiniões de blogueiras, sites de moda e beleza, resenhas e tudo mais. E era exatamente nesse meio que ela necessitava estar inserida.

Ao pesquisar sobre a profissão, a garota viu que ser analista de mídias sociais era uma profissão com muito futuro e que, dificilmente, lidaria com rotina. Manu também sentiu que trabalhar com essas ferramentas era algo que mudava demais o tempo inteiro. 

Assim, para se destacar na área, teria que estudar, fazer uma graduação de qualidade e continuar estudando sempre para se atualizar e não ficar para trás. Com esse insight, Manu agora só precisava decidir pela faculdade. Mas qual curso?

A escolha do curso: #EAgoraJosé?

Para trabalhar com redes sociais, Manu já tinha o básico: entendia e adorava demais a área da Comunicação. A questão mesmo era escolher um curso que permitisse a ela todo conhecimento e habilidade que a profissão pede. Nessa busca, ela encontrou algumas graduações que interessaram demais!

  • Jornalismo: nessa graduação, você aprende as melhores técnicas para criação de conteúdos, seja texto, vídeo ou áudio.
  • Marketing: voltado principalmente para quem tem boas habilidades comerciais. No curso, você se torna especialista em estratégias mercadológicas.
  • Gestão Comercial: é focado em conseguir grandes resultados para diversas áreas de negócios e fazendo com que uma empresa se torne ainda mais competitiva em sua área.
  • Relações Públicas: uma das principais funções desse profissional é manter uma boa imagem das empresas para as quais trabalha.
  • Design: curso ideal para quem aposta muito no visual das peças de comunicação, é ligado em imagens e artes gráficas.
  • Publicidade e Propaganda: aqui, é possível aprender a criar grandes campanhas e promover eventos voltados para diversos públicos e analisar as métricas.

Para Manu, agora só faltava decidir qual curso seguir. Mas ela também já estava certa de que teria que emendar uma pós-graduação assim que concluísse a graduação para se tornar uma profissional ainda mais relevante!

Enquanto isso, a garota seguia fazendo algumas ações como social media da loja da mãe de Ana e sentia que trabalhar com redes sociais era algo cada vez mais próximo. Ah, e tinha uma certeza: o dono da agência que negou estágio a ela ainda ouviria muito falar sobre ela!

A história de Manu que você acabou de ler é fictícia, mas acontece com milhares de pessoas por aí... Se você se identificou e quer mais informação sobre a vida universitária, dicas de cursos e profissão, assine a nossa newsletter e receba todos esses conteúdos em primeira mão!

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