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As rodas de conversa já não são mais as mesmas! Seja em uma reunião familiar, seja em um encontro de amigos ou até no meio da rua, as pessoas parecem ter dificuldade de se desconectar do celular.

Será isso uma transformação social esperada, em resposta à tecnologia? Ou será que alguns internautas cruzaram a linha do uso saudável da web e desenvolveram um vício nas redes sociais? #EisAQuestão

Os canais virtuais de relacionamento social trazem um evidente paradoxo: aproximam pessoas que estão distantes fisicamente, enquanto podem nos afastar de quem está por perto. Você certamente já presenciou uma cena dessas, não é verdade? Todos no mesmo ambiente, com os olhos no aparelho, sem observar quem está do lado.

Fizemos este post para você entender que existe uma linha frágil entre a navegação constante e o vício nas redes sociais. Continue a leitura e fique de olho se o uso excessivo da web também está sendo prejudicial na sua vida!

Os dados sobre o uso de redes sociais no Brasil

Os números comprovam: nada menos do que 66% dos brasileiros circulam pelas redes sociais. Os usuários mais assíduos estão principalmente no YouTube e no Facebook. A famosa plataforma de vídeos e a casa fundada pelo Zuckerberg são acompanhados de perto pelo WhatsApp. Em seguida, estão Instagram, LinkedIn, Twitter e outros.

Uma curiosidade sobre o uso do WhatsApp é que o aplicativo se tornou um dos meios mais usados para comunicação instantânea. O aumento na adesão desse app restringiu até as tradicionais ligações telefônicas e levou os torpedos SMS à zona de rebaixamento.

A influência das redes sociais se tornou tão expressiva que, inclusive, teve um papel central nas últimas eleições presidenciais. Você se lembra? Mas o impacto das mídias virtuais vai muito além do contexto político e é sentido diariamente na vida pessoal dos usuários. Isso fica evidente na formação de opiniões, nos modos de se relacionar, no comportamento de consumo, entre tantos outros aspectos.

De acordo com as médias apresentadas em relatórios de pesquisas, o brasileiro gasta mais de 3 horas por dia navegando pelas redes sociais. O comprometimento da rotina é bem alto e vai na contramão dos clássicos argumentos de falta de tempo. Mas você já deve imaginar que esse número ainda é maior para algumas pessoas.

A maioria da população presente nas redes sociais engloba os adultos de 25 a 34 anos. Logo depois, estão os jovens na faixa etária entre os 18 e 24. O terceiro grupo inclui os usuários de 35 a 44 anos e a posição de pessoas menos conectadas fica reservada à terceira idade.

7 aspectos para ter atenção e descobrir se você é viciado em redes sociais

Desbloquear o celular e acessar os ícones das redes sociais já se tornou um comportamento automático para muitas pessoas — e para você? Se notou que passa mais tempo do que gostaria checando as atualizações dos feeds de notícias, comece a observar outros sinais que podem indicar o vício. Veja alguns sintomas!

1. Consumo constante

O primeiro indício do acesso compulsivo é querer ficar o tempo todo conectado. A pessoa não consegue se separar do celular — que é o principal canal utilizado — e se recusa a ir a lugares em que não tenha acesso à internet. Quando chega em qualquer ambiente, o primeiro impulso é descobrir a senha do Wi-Fi ou ativar os dados móveis.

2. Gasto excessivo de tempo

O consumo constante vem atrelado ao excesso de tempo gasto nas redes sociais. O comprometimento da rotina é tanto que os prejuízos são sentidos no aproveitamento acadêmico, no desempenho profissional e nos relacionamentos reais #AlertaVermelho. Existem, inclusive, aplicativos que calculam quantas horas por dia o usuário passa conectado. É uma boa dica!

3. Isolamento social

As interações reais parecem não chamar a atenção do usuário dependente. Sua preferência é ficar mergulhado no ambiente virtual. Ele já não tem mais interesse em passear, ler, se divertir ou recorrer a qualquer outra fonte de lazer.

Assim, o convívio com a família é afetado, o contato com os amigos diminui progressivamente e a pessoa constrói um mundo fechado, que a separa da realidade quase por completo. Não deixe isso acontecer com você!

4. Tentativas de diminuir o uso da internet

Como acontece em outros tipos de vício, o internauta dependente tem noção de que os excessos prejudicam sua vida. Ele tenta diminuir o tempo que passa conectado, pensa em estratégias para se afastar um pouco das redes, mas sempre sem sucesso. A necessidade de navegar é mais forte e o comportamento se torna compulsivo.

5. Alterações de humor

O sentimento de descontrole sobre os próprios impulsos pode vir acompanhado da sensação de impotência. A frustração por não ter controle sobre si é acrescentada ao alívio por estar em contato com o objeto da dependência. Assim, a pessoa experimenta um misto de emoções que produzem altos e baixos em seu estado de humor.

6. Dificuldade de desfrutar momentos reais

Outra forte evidência do vício nas redes sociais é a dificuldade de aproveitar as experiências reais. O dependente da web não se contenta em curtir o momento e relaxar. Ele sente necessidade de tirar fotos o tempo todo, fazer lives e publicar todos os seus movimentos. A quantidade de likes e comentários no post se torna mais importante do que o prazer da ocasião vivida.

7. Não admissão da navegação excessiva

Assim como outros viciados, a pessoa com dependência de redes sociais não admite para os outros que desenvolveu um problema, embora tenha consciência de que a situação já fugiu de controle. Ela pode até começar a mentir para amigos e familiares para mascarar o seu vício.

Os problemas causados pelo vício nas redes sociais 

O vício nas redes sociais não está associado somente à quantidade de horas que a pessoa passa conectada. A principal diferença entre os usuários saudáveis e os dependentes é o descontrole do impulso: eles simplesmente não conseguem interromper o comportamento.

O acesso compulsivo às redes pode ser experimentado pelo usuário como um antidepressivo virtual. Esse vício também ativa a região cerebral responsável pelo sistema de recompensa e os efeitos são semelhantes a outras dependências psicológicas.

O uso abusivo das redes sociais tende a ter forte impacto na vida da pessoa e provocar prejuízos funcionais e emocionais. Alguns exemplos são:

  • comprometimento de outras atividades, devido ao tempo gasto;
  • desinteresse pelos relacionamentos reais;
  • baixa autoestima, ao fazer comparações com as vidas apresentadas nas redes;
  • isolamento e até fobia social;
  • ansiedade;
  • depressão.

Durante a leitura, você conseguiu se familiarizar com algum ponto? Será que o vício nas redes sociais deve ser motivo de preocupação no seu dia a dia ou está tudo sob controle por aí? Pense nisso e cuide-se!

Ah e aproveite para compartilhar este post em suas redes. Ajude seus amigos a identificarem se estão passando por essa situação!

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